Rio de Janeiro, 11 de Outubro de 2026

Presidente da OAB quer saber por que juíza assassinada no Rio estava sem escolta

Sexta, 12 de Agosto de 2011 às 05:23, por: CdB

Da Agência Brasil

Brasília - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, cobrou hoje (12) esclarecimentos sobre os motivos pelos quais a juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), assassinada ontem (11), estava sem escolta policial mesmo sendo alvo de ameaças.

A magistrada era conhecida por seu rigor na atuação contra grupos de extermínios formados por policiais militares. A juíza foi assassinada quando chegava em casa em Niterói - na região metropolitana do Rio de Janeiro. Em nota, Cavalcante lamentou a morte da magistrada e pediu imediata apuração sobre os autores e mandantes do assassinato.

“Foi uma barbaridade contra um ser humano e, sobretudo, contra Justiça brasileira e o Estado de Direito. Ceifaram a vida de um magistrado, e não podemos, efetivamente, retornar aos tempos das trevas, conviver com esse tipo de reação, esse tipo de selvageria que agride a Justiça, agride o Estado de Direito”, disse o presidente da OAB.

Edição: Juliana Andrade

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