O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), e o relator da reforma da Previdência, José Pimentel (PT-CE), estão reunidos, neste momento, com um grupo de servidores negociando pontos da reforma. A segurança no prédio do Congresso Nacional foi reforçada, inclusive com grades em volta dos estacionamentos.
Um pequeno grupo de professores do Rio Grande do Sul e metalúrgicos do Ceará fazem protesto em frente às grades, localizadas aproximadamente a 50 metros das portarias do anexo II.
O coordenador executivo da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal, Démerson Dias, disse que diante da decisão do governo de antecipar a votação da reforma no plenário da Câmara, as entidades ligadas aos servidores e centrais de trabalhadores estão agilizando, nos estados, a vinda de 30 ou 40 mil pessoas. Nesta terça-feira, segundo ele, devem estar em Brasília cerca de cinco mil servidores.
Para esta quarta, Démerson prevê que a mobilização na Esplanada dos Ministérios em protesto à reforma da Previdência será semelhante à do último dia 11 que, em sua avaliação, reuniu mais de 40 mil pessoas.