Vinte e uma pessoas foram presas pela Operação Saldo Zero realizada nesta sexta-feira pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Polícia Civil do Rio para prender integrantes de uma quadrilha acusada de fraudar a folha de pagamento da SES - Secretaria Estadual de Educação - para inclusão de "funcionários fantasmas".
Vinte e uma pessoas foram presas pela Operação Saldo Zero realizada nesta sexta-feira pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Polícia Civil do Rio para prender integrantes de uma quadrilha acusada de fraudar a folha de pagamento da SES - Secretaria Estadual de Educação - para inclusão de "funcionários fantasmas".
A ação, que começou às 6 horas, contou ainda com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), do Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil e da 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público, visou o cumprimento de 31 mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão. Cerca de 115 policiais estão envolvidos na operação.
O objetivo era desarticualar a quadrilha responsável por desvio de dinheiro público por meio de inserção de dados falsos no Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) - inclusão fraudulenta de “funcionários fantasmas” na folha de pagamento da Secretaria Estadual de Saúde. O esquema criminoso já provocou um prejuízo aos cofres estaduais estimado em aproximadamente R$ 300 mil em cerca de quatro meses.
As investigações começaram em maio, depois que uma auditoria constatou que duas funcionárias terceirizadas da Secretaria estadual de Saúde incluíram, indevidamente, 29 pessoas na folha de pagamento da Secretaria estadual de Saúde.
Segundo a Secretaria de Segurança, as suspeitas usavam uma senha pessoal para fazer a inclusão dos funcionários fantasmas no sistema.
Entre as prisões temporárias decretadas está a do companheiro de uma das suspeitas, apontado como mentor intelectual do grupo, e dez pessoas da mesma família, que foram incluídas como funcionários fantasmas na folha de pagamento. Os outros suspeitos seriam moradores da Baixada Fluminense.
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