Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Preços reduzem velocidade de alta para os consumidores paulistanos

Terça, 18 de Maio de 2010 às 08:56, por: CdB

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), na cidade de São Paulo, atingiu 0,46%, na segunda prévia de maio, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), e ficou abaixo da apuração anterior (0,49%). O resultado é reflexo, principalmente, da redução no ritmo de alta no grupo alimentação, que passou de 1,26% para 0,96%. Houve queda também nos preços dos grupos vestuário (de 078% para 0,60%) e educação (de 0,10% para 0,07%).

O grupo saúde apresentou alta de 1,59% ante 1,46% na prévia anterior. Em habitação, a taxa passou de 0,04% para 0,10% e em transporte o resultado negativo da pesquisa passada (-0,10%) foi revertido para um aumento de 0,02%. Os gastos no grupo despesas pessoais mantiveram o mesmo índice da primeira prévia (0,48%).

Analistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters previam uma taxa de 0,51%, segundo a mediana de 10 respostas que variaram de 0,48% a 0,54%. Os preços do grupo Alimentação tiveram elevação de 0,96% na segunda quadrissemana, após avanço de 1,26% na primeira. Os de Vestuário aumentaram 0,60% agora, contra 0,78% antes.

Já os custos de Saúde subiram em ritmo maior, em 1,59% nesta leitura, ante 1,46% na anterior. Os de Transportes passaram de queda de 0,10% na primeira quadrissemana para variação positiva de 0,02% na segunda.

Na semana

O Índice de Preços do Consumidor Semanal (IPC-S) de 15 de maio registrou alta de 0,64%, 0,14 ponto percentual abaixo da taxa divulgada no dia 7 deste mês. Em quatro das setes capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a inflação caiu.

Na cidade de São Paulo a taxa de inflação caiu de 0.53%, no dia 7, para 0.47%, no dia 15 de maio, enquanto que na cidade do Rio de Janeiro o recuo foi maior, de 1,19% para 0,88%. Na capital gaúcha também ocorreu redução na taxa, de 0,52% para 0,22%, e no Recife caiu de 1,23% para 0,55%, a maior queda entre todas as capitais pesquisadas.

Na direção contrária, a taxa subiu em Belo Horizonte, de 0,66% para 0,68%; em Brasília, de 0,88% para 1,03%; e em Salvador, de 0,79% para 0,98%.

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