Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2026

Preços ao consumidor nos EUA sobem em julho

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram como esperado em julho, o que pode dar conforto às autoridades do Federal Reserve preocupadas com a inflação baixa no momento em que avaliam reduzir seu forte programa de compra de títulos.

Quinta, 15 de Agosto de 2013 às 08:25, por: CdB
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Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram como esperado em julho
Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram como esperado em julho, o que pode dar conforto às autoridades do Federal Reserve preocupadas com a inflação baixa no momento em que avaliam reduzir seu forte programa de compra de títulos. O Departamento do Trabalho informou nesta quinta-feira que seu Índice de Preço ao Consumidor subiu 0,2%  uma vez que os custos de bens e serviços, de tabaco a alimentos, aumentaram. O índice havia subido 0,5%  em junho. A alta de julho ficou em linha com as expectativas de economistas. Nos 12 meses até julho, o índice de preços ao consumidor avançou 2,0%, o maior aumento desde fevereiro, após ter subido 1,8%  em junho. O avanço da inflação na direção da meta do Fed de 2%  pode oferecer algum conforto às autoridades do banco central que têm alertado sobre os potenciais perigos de uma inflação muito baixa. Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem em quase seis anos O número de norte-americanos que solicitaram novos pedidos de auxílio-desemprego caiu para mínima em quase seis anos na semana passada, indicando uma aceleração no crescimento no mercado de trabalho no início de agosto. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 15 mil na semana passada, para 320 mil segundo dados ajustados sazonalmente, o menor nível desde outubro de 2007, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Os pedidos da semana anterior foram revisados para mostrar mais 2 mil solicitações do que divulgado anteriormente. Economistas consultados pela Reuters esperavam que os pedidos de auxílio-desemprego na semana passada ficassem em 335 mil. A média móvel de quatro semanas de novos pedidos, que exclui a volatilidade semanal, caiu em 4 mil para 332 mil, o menor nível desde novembro de 2007.  
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