O Corpo de Bombeiros do Rio encontrou no mar, próximo às ilhas Cagarras, o corpo de Marco Antônio Flangim Mascado, de 50 anos, o pescador que desapareceu na Praia da Joatinga, na Zona Oeste, durante a ressaca deste domingo. Garis da Comlurb trabalharam, na manhã desta segunda-feira, para retirar toda a areia que invadiu as calçadas na orla.
O Corpo de Bombeiros do Rio encontrou no mar, próximo às ilhas Cagarras, nesta segunda-feira, o corpo de Marco Antônio Flangim Mascado, de 50 anos, o pescador que desapareceu na Praia da Joatinga, na Zona Oeste, durante a ressaca de domingo.
Garis da Comlurb trabalharam, na manhã desta segunda-feira, para retirar toda a areia que invadiu as calçadas no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, e no Leblon, na Zona Sul durante a ressaca do mar no fim de semana.
No Recreio, o trecho atingido pela ressaca foi a ciclovia da Praia da Macumba. Garis removeram 30 toneladas de areia. No Leblon, entre a Bartolomeu Mitre e a Afrânio de Melo Franco, dez garis tiraram cerca de quatro toneladas de areia.
De acordo com a Prefeitura, a Comlurb permanecerá em estado de atenção para atendimento enquanto durar a ressaca nas praias.
Neste domingo, duas mulheres morreram afogadas na praia da Joatinga. A paulista Marilaine Ferreira Barbosa, 36, e uma amiga mineira, identificada somente como Mariana, estavam nas pedras e desceram até uma área de risco para tirar fotos, quando foram atingidas por uma onda e arrastadas pela correnteza.
Os corpos das duas turistas foram resgatados de helicóptero em pontos diferentes, a cerca de 200 metros do local do acidente, e levados para o 2º GMar (Grupamento Marítimo), na Barra da Tijuca.
A ressaca tomou conta de 90% das praias da orla das zonas Sul e Oeste do Rio e de Niterói, na Região Metropolitana, neste domingo. A previsão é de ondas altas e mar agitado até quarta-feira.
As ondas chegaram até quatro metros de alturas em algumas praias da cidade e os bombeiros registraram 39 salvamentos, do Leme, na Zona Sul, à Sepetiba, na Zona Oeste da cidade.
Especialistas afirmaram que a ressaca aconteceu por causa de um ciclone que se formou próximo à Antártida, há quatro dias. O ciclone foi ganhando força e se aproximou do sul da Argentina, quando os ventos fortes formaram ondas grandes no oceano que subiram pelo oceano Atlântico e chegaram ao litoral carioca.
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