Um grupo armado matou três policiais que faziam a vigilância de um dos prédios do Ministério de Segurança da província de Buenos Aires na madrugada desta sexta-feira por um grupo armado.
— Não é por acaso que isso aconteceu poucos dias antes das eleições —, afirmou o presidente da Argentina, Néstor Kirchner, em um ato na Casa Rosada, a sede do governo federal.
O presidente se mostrou comovido pelo que definiu como "um ato de selvageria absoluto", que para ele está vinculou ao avanço dos julgamentos contra os acusados de crimes contra a humanidade durante a ditadura (que vigorou entre 1976-83), que deixou 30 mil desaparecidos.
A mulher de Kirchner, Cristina Fernández, é a favorita para ganhar a eleição. Pesquisas indicam que ela vencerá o pleito ainda no primeiro turno, marcado para o próximo domingo.
A condenação de argentinos que participaram de torturas durante a ditadura é um dos motes da campanha da primeira-dama -alegando que foi a administração Kirchner a responsável por mudar a legislação em vigor, permitindo o julgamento dessas pessoas.
Policiais são mortos por grupo na Argentina
Sexta, 19 de Outubro de 2007 às 14:47, por: CdB