Parentes e amigos de policiais lotaram a Igreja de Candelária no Centro do Rio, onde foi realizada, na manhã desta terça-feira, uma missa em homenagem aos policiais mortos este ano. Foram lembrados os 32 PMs e 6 policiais civis mortos este ano, segundo números da PM.
O governador Sérgio Cabral esteve acompanhado da primeira-dama Adriana Ancelmo, além do secretário de Segurança José Mariano Beltrame, o comandante-geral da PM, Ubiratan Ângelo, o chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, a deputada federal Marina Magessi e os deputados estaduais Wagner Montes e o Alessandro Molon.
Parentes de vítimas da violência também estiveram presentes com camisas com fotos em homenagens às vítimas, e familiares de policiais mortos lembraram as vítimas com fotos e cartazes.
O cabo da PM Jorsan Machado de Oliveira, de 30 anos, do Batalhão de Choque, e o inspetor Félix dos Santos Tostes, 49, foram lembrados na cerimônia pelo bispo-auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Dimas Lara Barbosa, que rezou a missa.
Jorsan Machado foi executado a tiros dentro de um carro na madrugada do dia 3 de fevereiro, quando saía do ensaio da escola de samba Renascer de Jacarepaguá, na Avenida Nelson Cardoso, no Largo do Tanque, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.
Ele estava acompanhado de outro homem que também foi morto. O PM era suspeito de participar da quadrilha do contraventor Rogério de Andrade, envolvido em conflitos da máfia de Caça-Níqueis na Zona Oeste.
Já Félix foi assassinado em uma rua do Recreio, na Zona Oeste do Rio, no dia 22 de fevereiro. Ele era suspeito de chefiar uma milícia da favela Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio.
Policiais mortos são lembrados em missa no RJ
Terça, 20 de Março de 2007 às 14:00, por: CdB