Policiais federais pretendem intensificar mobilização e pedem aumento salarial
Policiais federais de todo o país pretendem intensificar, a partir desta terça-feira, as ações da categoria por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Em alusão à burocracia do setor público, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) pretende levar a Brasília.
Policiais federais de todo o país pretendem intensificar, a partir desta terça-feira
Policiais federais de todo o país pretendem intensificar, a partir desta terça-feira, as ações da categoria por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Em alusão à burocracia do setor público, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) pretende levar a Brasília, na próxima quarta-feira, balões infláveis brancos em formato de elefante.
Em nota, agentes, escrivães e papiloscopistas federais reivindicam melhorias no setor de segurança no país para evitar problemas durante a Copa do Mundo. Segundo o presidente da Fenapef, Jones Borges Leal, faltam agentes para fiscalizar as fronteiras do país e fazer o policiamento no aeroportos. “Em alguns aeroportos não tem nenhum (agente). Infelizmente, mais de 250 policiais federais abandonam a profissão todos os anos, pois a carreira tem sido duramente sucateada pelo governo”, criticou Leal.
Está marcado para esta terça-feira, uma manifestação dos policiais federais em frente ao edifício-sede do órgão, em Brasília. Já na quarta, agentes, escrivães e papiloscopistas pretendem se reunir, em frente ao Ministério da Justiça. Na quinta-feira, a ação ocorrerá, novamente em frente ao edifício do órgão, em Brasília.
Após protesto
Manifestantes que fizeram uma passeata por avenidas da Zona Sul da capital paulista nesta segunda-feira encerraram o ato por volta das 10h30, em frente à subprefeitura de Capela do Socorro. Uma comissão do Movimento Anchieta de Luta foi recebida pela subprefeita Cleide Pandolfi, que agendou nova reunião com a Secretaria Municipal de Habitação na próxima quinta-feira.
O grupo reivindica a construção de moradias pelo Programa Minha Casa, Minha Vida em um terreno de 68 mil metros quadrados ocupado no bairro do Grajaú, zona sul da cidade. Segundo o líder do movimento, Leanir José da Costa, a área pertence a uma construtora e está ocupada desde julho de 2013.
Leanir disse que a prefeitura havia se comprometido a comprar o terreno em setembro do ano passado e que em fevereiro as obras do Minha Casa, Minha Vida começariam.
As famílias disseram que pretendem fazer uma nova manifestação durante a reunião de quinta-feira. “Vamos levar o pessoal lá para forçar o secretário a cumprir com aquilo que ele nos prometeu. Nós vamos continuar pressionando até sair a compra desse terreno”, acrescentou Leanir.
De acordo com ele, 450 famílias moram no local, mas existem mais de 1,4 mil famílias cadastradas. Leanir disse ainda que o programa construiria 1,2 mil apartamentos.
Procurada, a assessoria de imprensa da prefeitura ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.