Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 2026

Policiais encontram psicóloga desaparecida dentro do condomínio

Detetives da Polícia Civil do Rio, que investigam o desaparecimento da psicóloga Karen Tannhauser, 37, vista pela última vez na tarde do dia 31 de dezembro, levantaram a hipótese de ela ainda estar no prédio onde morava com os pais no Humaitá, Zona Sul do Rio.

Segunda, 03 de Janeiro de 2011 às 12:42, por: CdB
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Detetives da Polícia Civil do Rio, que investigam o desaparecimento da psicóloga Karen Tannhauser, 37, vista pela última vez na tarde do dia 31 de dezembro, a localizaram dentro do prédio onde morava com os pais no Humaitá, Zona Sul do Rio. Os investigadores levantaram a suspeita após analisar o conteúdo das câmeras de segurança do edifício, inclusive do elevador. Elas filmaram a entrada de Karen no prédio, sozinha, por volta das 14h, mas não registraram a saída. Não há câmeras na garagem nem nas escadas. Segundo a polícia, ela "estava desorientada". Buscas Na tarde desta segunda, a polícia realizou novas buscas no condomínio e os técnicos voltaram a analisar as imagens para conferir se foram adulteradas. Sônia Tannhauser, mãe de Karen, relata que elas trepidam em alguns momentos. Ela lembra que, quando o namorado deixou Karen em casa, a psicóloga disse que pretendia dar uma volta, mas ele não se recordava para onde ela iria. Nas imagens, ela aparece usando uma saia jeans, uma bata estampada e uma bolsa. A bolsa, a saia e os sapatos foram encontrados dentro de casa. Para a polícia, ela pode estar com a mesma blusa. Ainda segundo a mãe, a psicóloga estava com pouco dinheiro e sem o celular. O aparelho foi encontrado na casa da família, quando a irmã de Karen, Patrícia Tannhauser, 35, telefonou para ela no início da noite do dia 31. O namorado da psicóloga é médico e namora a psicóloga há cerca de oito meses. Ele foi busca-la em casa por volta das 19h para a festa de Réveillon no bairro do Leme, na Zona Sul. Segundo a mãe, quando soube do sumiço da moça, ele ficou com a família. – O namorado dela ficou aqui o tempo todo. Depois de meia-noite procuramos a polícia, quando acabaram os fogos. Só não fomos a delegacia antes porque a gente ainda tinha a esperança de ela aparecer. Depois começou a bater o desespero. Fomos a hospitais, ao IML, e nada – concluiu.
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