Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Policiais econtram uma tonelada de maconha no Complexo da Maré

Traficantes que fugiram do Complexo da Maré às pressas para escapar da operação de pacificação iniciada no último domingo, acabaram deixando para trás uma grande quantidade de drogas. Nesta quinta-feira, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam uma tonelada de maconha na favela conhecida como Baixa do Sapateiro, uma das 15 comunidades da Maré.

Sexta, 04 de Abril de 2014 às 09:00, por: CdB
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A droga estava enterrada embaixo da Linha Vermelha
Traficantes que fugiram do Complexo da Maré às pressas para escapar da operação de pacificação iniciada no último domingo, acabaram deixando para trás uma grande quantidade de drogas. Nesta quinta-feira, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam uma tonelada de maconha na favela conhecida como Baixa do Sapateiro, uma das 15 comunidades da Maré. A droga estava enterrada embaixo da Linha Vermelha, via que liga a Baixada Fluminense ao centro do Rio. De acordo com a assessoria da Polícia Militar, esta é a maior apreensão de drogas este ano. A apreensão aconteceu graças a uma denúncia anônima. Mais cedo, oficiais do Exército estiveram na Maré, em missão de reconhecimento. Neste sábado, 2.700 homens do Exército, da Marinha e da Polícia Militar vão ocupar em definitivo o conjunto de favelas. O prazo para a denominada Operação São Francisco é 31 de julho, mas poderá ser prorrogado, a pedido do governador do Rio, que passa a ser Luiz Fernando Pezão. Ele assume nesta sexta-feira no lugar de Sérgio Cabral, que renunciou hoje, para concorrer nas próximas eleições. Caso Patrícia Acioli O Tribunal do Júri de Niterói, na região metropolitana do Rio, condenou no fim da noite desta quinta-feira mais dois policiais militares acusados de matar a juíza Patrícia Acioli em 2011. Charles Azevedo Tavares e Alex Ribeiro Pereira foram condenados a 25 anos de prisão em regime fechado por homicídio triplamente qualificado. Os dois negaram ter participado do assassinato da magistrada. Outros dois policiais militares que também seriam julgados ontem, Handerson Lents Henrique da Silva e Sammy dos Santos Quintanilha Cardoso, tiveram seus julgamentos adiados. A Defensoria Pública, que representa Silva, disse não ter tido tempo hábil para ler todo o processo. Já Cardoso decidiu trocar de advogado logo no início da sessão. No total, nove policiais militares já foram condenados pela morte da juíza, inclusive o ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo, tenente-coronel Cláudio Oliveira. Silva e Cardoso serão os últimos a serem julgados. A sessão está marcada para o próximo dia 14. A juíza Patrícia Acioli, do Tribunal do Júri de São Gonçalo, era conhecida por ser linha-dura com desvio de conduta e crimes cometidos por policiais militares.
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