Policiais da Divisão de Homicídios da Capital Fluminense prenderam, em casa, no bairro de Cosmos, na Zona Oeste do Rio, Charles Santos Pamplona, o Charlinho de Cosmos, 35 anos, acusado de pertencer a uma milícia que atua na região. Ele é apontado como um dos autores do homicídio do agente penitenciário Anderson Terra dos Santos, ocorrido em julho do ano passado, em Campo Grande, também na Zona Oeste.
De acordo com agentes da delegacia especializada, a prisão ocorreu na casa do criminoso
Policiais da Divisão de Homicídios da Capital Fluminense prenderam, em casa, no bairro de Cosmos, na Zona Oeste do Rio, Charles Santos Pamplona, o Charlinho de Cosmos, 35 anos, acusado de pertencer a uma milícia que atua na região. Ele é apontado como um dos autores do homicídio do agente penitenciário Anderson Terra dos Santos, ocorrido em julho do ano passado, em Campo Grande, também na Zona Oeste.
De acordo com agentes da delegacia especializada, a prisão ocorreu na casa do criminoso, na Rua Arariba, em Cosmos. No local, os policiais encontraram dois veículos roubados, um Ecosport e uma Hilux blindada, além de um fuzil, uma pistola, cinco granadas, grande quantidade de munição, coletes à prova de bala, radiotransmissores, telefones e toucas ninja. A Polícia Civil usou um helicóptero para transportar o preso para a Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca.
Ele é acusado de fazer parte da milícia comandada pelo ex-policial militar Toni Ângelo Souza Aguiar, transferido em agosto do ano passado para o presídio federal de Catanduvas, no Paraná. Toni Ângelo, um dos milicianos mais procurados do Rio, foi preso no dia 27 de julho de 2013, em Campo Grande, acusado de vários crimes, entre eles, homicídios, controle do serviço alternativo de transporte complementar, além da venda ilegal do sinal de TV por assinatura para moradores da região.
Operação Lei Seca
Agentes da Operação Lei Seca (OLS), da Secretaria de Governo, realizaram ações de conscientização no entorno do Maracanã. Os torcedores recebem material informativo e adesivos destacando os riscos da mistura de álcool e direção.
A OLS intensifica a atuação na Copa do Mundo. Nos dias de jogos da seleção brasileira, todo o efetivo realiza ações, de dia e à noite. Cerca de 250 agentes percorrem áreas estratégicas da Região Metropolitana e de cidades de médio porte do interior.
As campanhas educativas são realizadas antes das partidas, em locais com grande concentração de torcedores. As blitzes acontecem após o término dos jogos.
O planejamento para a Copa inclui nove equipes de fiscalização, com cerca de 200 agentes, e cinco de educação, compostas por 50 pessoas, incluindo voluntários cadeirantes. Símbolo do projeto, o balão da OLS ganhou tons de verde e amarelo e aparência de uma bola de futebol, em referência ao Mundial.
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