Rio de Janeiro, 19 de Setembro de 2026

Polícia prende fiscais sanitários suspeitos de extorsão

Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública (Ssinte), da Polícia Civil, do Ministério Público e da Subsecretaria Municipal de Vigilância Sanitária realizaram nesta quinta-feira uma operação para prender fiscais sanitários.

Quinta, 03 de Outubro de 2013 às 09:25, por: CdB
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A operação denominada Parasitas, contou com 200 agentes
Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública (Ssinte), da Polícia Civil, do Ministério Público e da Subsecretaria Municipal de Vigilância Sanitária realizaram nesta quinta-feira uma operação para prender fiscais sanitários suspeitos de praticar extorsões contra comerciantes e outros profissionais para não aplicar multas. Cerca de 23 pessoas foram presas, incluindo um homem identificado como Robert Roy Fulton tinha sido preso em um condomínio no bairro de Pendotiba, em Niterói, na Região Metropolitana. Os agentes apreenderam, ainda, cerca de R$ 1 milhão, sendo R$ 800 mil em apenas uma residência. A operação denominada Parasitas, contou com 200 agentes, que  teve  com o objetivo de cumprir 30 mandados de prisão contra fiscais corruptos, sendo 28 contra funcionários públicos suspeitos de formação de quadrilha. Outros 52 mandados de busca e apreensão foram expedidos para serem cumpridos na capital, Baixada Fluminense, Região Metropolitana e interior do Estado. Um arquiteto e o proprietário de uma empresa de dedetização também são procurados, suspeitos de liberar falsos laudos e comprovantes de regularização em troca de propina. Fazem parte da operação 15 equipes de delegacias da capital, 15 de delegacias especializadas, oito da Baixada e outras oito do interior, além da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e outros órgãos. De acordo com informações do portal G1. As investigações tiveram início em 2011, quando a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio fez uma denúncia. As informações dão conta que a quadrilha chegava a movimentar cerca de R$ 500 mil por mês, extorquindo bares, restaurantes, clínicas, farmácias e outros estabelecimentos, muitas vezes com multas desnecessárias. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), a quadrilha instituía uma tarifa fixa a ser paga pelos empresários, ainda que não houvesse irregularidades, sob pena de multas e punições. Os procurados foram autuados pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, concurso material e concussão, extorsão realizada por funcionário público no exercício da função.
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