Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Polícia ouve parentes de vítimas da chacina de Realengo

Agentes da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro ouviram dez parentes de vítimas da chacina ocorrida em Realengo, na Zona Oeste da cidade, na noite de quinta-feira. Cinco homens e duas mulheres estavam dentro de uma casa quando homens armados invadiram o local e mataram as sete pessoas.

Sexta, 25 de Outubro de 2013 às 08:29, por: CdB
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Agentes da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro ouviram dez parentes de vítimas da chacina ocorrida em Realengo
Agentes da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro ouviram dez parentes de vítimas da chacina ocorrida em Realengo, na Zona Oeste da cidade, na noite de quinta-feira. Cinco homens e duas mulheres estavam dentro de uma casa quando homens armados invadiram o local e mataram as sete pessoas. De acordo com a Polícia Civil, o local da chacina foi periciado e agentes tentaram localizar testemunhas para ajudar na identificação dos autores dos assassinatos. “A polícia não descarta nenhuma hipótese para a motivação dos homicídios”, informa nota divulgada pela assessoria de imprensa da Polícia Civil. Segundo a Polícia Militar, as vítimas tinham entre 21 e 37 anos e foram identificadas como Leandro Marcos Pereira, Toni Anderson Damásio Alves, Renata da Silva, Alex Prudente de Amorim, Cleiton Guimarães Pestana, Amanda da Silva Guimarães e Luan Santos da Cunha. Chacina deixa sete mortos em Realengo Agentes da Divisão de Homicídios investigam a chacina em Realengo, na Zona Oeste do Rio, homens encapuzados invadiram uma casa e assassinaram sete pessoas a tiros de fuzil e pistola. Segundo parentes e vizinhos das vítimas, o imóvel era usado como ponto para consumo de drogas. do caso. Cinco homens e duas mulheres morreram na chacina. Luan Santos da Cunha e Cleiton Guimarães, que não tiveram as idades divulgadas, Leandro Marcos Pereira, de 24 anos, Alex Prudêncio de Amorim, de 28, Amanda Silva, de 27 anos e o casal Toni Anderson Damásio Alves, de 37 anos, e Renata Soares da Silva, de 30 anos, que eram os donos da casa. Segundo testemunhas, o crime teria sido cometido por homens encapuzados que chegaram no local por volta das 21h desta quinta-feira. Eles teriam subido em uma van, que já estava estacionada na calçada, para pular o muro e entrar na casa. - O Toni é uma vítima. Não teve talvez o que é necessário para todos nós crescermos na nossa existência de vida. E ele se deixou levar. Mas independente disso não era uma pessoa violenta. Era uma pessoa calma e bem respeitadora. Era usuário de droga? O que se sabe é que sim. Ele era usuário - contou Derval Antonio Gonçalves, tio de Toni. De acordo com a polícia, as vítimas foram colocadas juntas na varanda da casa e executadas com tiros de fuzil e pistola. “Nas primeiras 48 horas a gente não tem como descartar nenhuma linha de investigação. A possibilidade de cobrança de dívidas de traficantes é uma hipótese que vai ser investigada? É uma hipótese, mas as outras não estão descartadas”, afirmou o delegado Pablo Rodrigues.  
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