Uma força-tarefa composta por homens das polícias Federal, Militar, Civil e do Ministério Público do Trabalho encontraram cerca de 50 pessoas que seriam vítimas de criminosos que as usariam como escravos. Localizados na Zona Oeste, homens e mulheres habitavam um galpão, sem condições mínimas de habitabilidade. Parte dos trabalhadores vendiam artigos nordestinos nas praias da Zona Sul carioca.
Segundo a PM, os detidos foram recrutados no Nordeste, para trabalhar em uma fábrica de redes, na Rua Alexandre Cardoso Silva 55, no bairro do Catiri.