Polícia investiga desabamento de marquise em Madureira
Desabamento de marquise de uma loja que deixou um morto e sete feridos em Madureira, no Subúrbio do Rio, não tem relação com a obra que estava sendo executada no estabelecimento.
O subcomandante da Defesa Civil pediu agilidade nos trabalhos para que o local seja limpo e liberado ao trânsito
Desabamento de marquise de uma loja que deixou um morto e sete feridos em Madureira, no Subúrbio do Rio, não tem relação com a obra que estava sendo executada no estabelecimento, afirmou o subcomandante da Defesa Civil, Márcio Mota nesta quinta-feira. Segundo Mota, “o acidente foi causado pelo excesso de peso, devido a informes publicitários e a falta de manutenção”, afirmou. Ele disse ainda que a marquise abrangia um vão extenso, largo e continha um peso enorme.
A perícia foi ao local nesta quinta-feira. O subcomandante da Defesa Civil pediu agilidade nos trabalhos para que o local seja limpo e liberado ao trânsito. Os sete feridos com o desabamento foram levados para o Hospital Salgado Filho, no Méier, para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, e Hospital Central dos Bombeiros, no Rio Cumprido.
A Estrada do Portela, uma das principais vias do bairro de Madureira está com uma faixa interditada, na altura do número 23, na manhã desta quinta, devido à queda da marquise. A interdição foi feita para propiciar a circulação de pedestres pelo local, bastante comercial, já que a calçada está impedida pela Defesa Civil.
A queda da marquise ocorreu em uma loja na Estrada do Portela, número 23, próximo à quadra da escola de samba Império Serrano. O morto foi identificado como o ambulante Cristiano Cesar Coutinho Henrique. De acordo com o subcomandante da Defesa Civil, Marcio Mota, quatro vítimas, todas mulheres, estão em estado grave. Segundo informações do portal G1.
Entre os feridos estão dois bombeiros que prestavam assistência e foram levados para o hospital da corporação. Um deles quebrou a perna e o outro sofreu escoriações, de acordo com policiais. Os feridos foram encaminhados para os hospitais Carlos Chagas, em Marechal Hermes; Albert Schweizer, em Realengo; e Salgado Filho, no Méier.
A delegada Daniela Terra informou que duas testemunhas foram ouvidas e liberadas em seguida. Ela adiantou que o gerente da loja, que está de férias, foi ouvido informalmente no local do acidente e disse que não havia engenheiro responsável pela obra.
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