Rio de Janeiro, 23 de Setembro de 2026

Polícia expulsa manifestantes que ocupavam Câmara de Vereadores 

A Polícia Militar desocupou na quarta-feira o prédio da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que havia sido invadido mais por um grupo de manifestantes.

Quinta, 01 de Agosto de 2013 às 10:24, por: CdB
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Após a expulsão, houve um grande tumulto do lado de fora do prédio
A Polícia Militar desocupou na quarta-feira o prédio da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que havia sido invadido mais por um grupo de manifestantes. Após a expulsão, houve um grande tumulto do lado de fora do prédio, com os policiais militares perseguindo alguns manifestantes, que foram agredidos com cassetetes. Um grande contingente de policiais militares cerca o prédio para evitar que os manifestantes voltem a tentar invadir a Câmara de Vereadores. Apesar da forte presença policial, ainda é grande o número de pessoas reunidas em frente à Câmara, que fica na Cinelândia. Os manifestantes participaram de uma caminhada até a sede do Ministério Público, onde foram recebidos pelo procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, e posteriormente eles se dirigiram para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e depois foram para a Câmara de Vereadores. Em entrevista à Rádio CBN, o governador Sérgio Cabral afirmou, que cometeu erros em seu segundo mandato. “Sem dúvida, aqui no Rio, eu também cometi erros. Erros de diálogo, erros de incapacidade de dialogar, que sempre foi a minha marca. Galeria cheia, vaiando, e me aplaudindo eu tive a vida inteira (...) Acho que da minha parte faltou mais diálogo, uma capacidade de entendimento e de compreensão, poderia citar várias situações em que essas questões se deram. Mas eu não sou uma pessoa soberba, que não está aberta ao diálogo. Para mim, a democracia é um bem intangível”, disse Cabral. Segundo informações do portal G1, manifestantes continuam na esquina de sua casa, no Leblon, na Zona Sul, Cabral voltou a afirmar que não vai se mudar para o Palácio Laranjeiras, residência oficial do governo. "Não havia a menor condição de morar no palácio, por isso estamos em reforma. Acho que o governante tem quem morar na residência oficial." De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura da cidade, por volta das 3h30, a Delfim Moreira chegou a ser totalmente interditada, no sentido São Conrado. Às 6h40, a via foi liberada, mas duas faixas permaneceram ocupadas. O trânsito, no entanto, fluía normalmente no local. Na noite de quarta-feira, uma manifestação que começou pacífica e teve mais de 700 pessoas para pressionar o Ministério Público do Rio a investigar gastos públicos do governador teve seu momento mais tenso num confronto na Câmara Municipal, no Centro, que foi invadida por volta das 21h. Uma bandeira com a inscrição "Fora Cabral" por um homem que não quis se identificar dentro do posto 12, em frente à rua da casa do governador do Rio. O hasteamento da bandeira foi comemorada pelos cerca de 50 manifestantes do movimento "Ocupa Cabral". Entre os manifestantes há integrantes do grupo conhecido como "Black bloc". Eles afirmaram que estão no local para "proteger os manifestantes" caso haja tentativa de desocupação por parte da polícia. A Polícia Militar proibiu a instalação de barracas no local.  
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