Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

Polícia encontra dificuldades para dispersar corintianos

A polícia somente conseguiu dispersar a manifestação que reuniu cerca de 300 torcedores corintianos no início da tarde deste sábado. Pela manhã, o grupo promoveu um ato de vandalismo na porta do Centro de Treinamento Dr. Joaquim Grava, na chegada do ônibus do clube, pouco antes das 10h.

Sábado, 05 de Fevereiro de 2011 às 12:17, por: CdB
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A polícia somente conseguiu dispersar a manifestação que reuniu cerca de 300 torcedores corintianos no início da tarde deste sábado. Pela manhã, o grupo promoveu um ato de vandalismo na porta do Centro de Treinamento Dr. Joaquim Grava, na chegada do ônibus do clube, pouco antes das 10h. A escolta policial não foi suficiente para impedir que os torcedores entrassem na frente do veículo e o impedissem de entrar no local, enquanto atiravam pedras no veículo. Os policiais atiraram bombas de efeito moral, dispararam tiros com  balas de borracha e chegaram a usar gás de pimenta contra a multidão. Nem os jornalistas que cobrem o clube foram poupados pelo gás e pelos tiros. Integrantes de uma das torcidas organizadas que participava do tumulto distribuiu panfletos com um manifesto, pedindo os desligamentos de membros da diretoria e comissão técnica e a demissão de alguns jogadores do elenco. "A Nação Corinthiana está perplexa. Alcançamos fevereiro de 2011 em fúria. O Sport Club Corinthians Paulista vive momento único de humilhação, desmando e destruição de sua cultura e tradição", diz uma parte do manifesto dos torcedores. Logo após a eliminação na Taça Libertadores para o Tolima da Colômbia, na semana passada, a torcida corintiana depredou e pichou o Parque São Jorge.
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