Rio de Janeiro, 29 de Março de 2026

Polícia de SP analisa extrato telefônico de coronel

Quarta, 20 de Setembro de 2006 às 09:12, por: CdB

A análise dos primeiros extratos da quebra do sigilo telefônico do coronel Ubiratan Guimarães, morto no último dia 9, começou nesta quarta-feira. A Polícia Civil de São Paulo acredita que, assim, vai conseguir chegar nos envolvidos do caso.

Nesta mesma tarde, de acordo com delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Armando de Oliveira Costa Filho, serão ouvidos dois funcionários da campanha de Ubiratan, que concorria à reeleição como deputado estadual em São Paulo. Também prestará depoimento um funcionário da Hípica, onde Ubiratan e a namorada, Carla Cepollina, estiveram no dia do crime.

A polícia paulista fez uma descoberta sobre Carla Cepollina, a namorada do coronel. Uma imagem do circuito interno mostra que a blusa escura que Carla entregou para a polícia não era a que vestia na noite do crime. Ainda nesta quarta-feira, deu início os estudos dos laudos da perícia feitos no material colhidos na cena do crime. .

Ubiratan Guimarães foi morto por volta das 19h30 por um disparo feito de cima para baixo, quando tentava se levantar a uma distância de um metro a 1,5 metro.
O exame toxicológico revelou 1,5 miligramas de álcool por litro de sangue, ou três caipirinhas de caju.


A polícia já tem em mãos dois laudos sobre a morte eb acredita que outros seis devem ficar prontos nos próximos dias e serão decisivos para apontar quem matou o coronel.

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