Rio de Janeiro, 05 de Setembro de 2026

Polícia de MG investiga sumiço de suposta ex-namorada do goleiro Bruno

Segunda, 28 de Junho de 2010 às 09:20, por: CdB

A delegada Alessandra Wilke disse, em entrevista concedida nesta segunda-feira, que ouviu funcionários do sítio do goleiro Bruno, do Flamengo, no inquérito do desaparecimento da jovem Eliza Samúdio.

Eliza, de 25 anos, sumiu há cerca de três semanas. Ela teve um relacionamento com Bruno, no ano passado, e busca o reconhecimento de paternidade de seu filho de quatro meses.

Além dos funcionários do sítio, que fica em Contagem (MG), foram ouvidas amigas de Eliza e a madrasta dela. O pai da jovem Eliza, Luis Carlos Samudio, foi à delegacia no domingo e também conversou com os policiais que acompanham o caso.

Alessandra participou de uma reunião na Delegacia de Homicídios, em Belo Horizonte, nesta segunda, para falar sobre as informações que já foram obtidas pelos investigadores. Aos jornalistas, mais uma vez, a delegada confirmou que as investigações começaram depois de denúncias de que uma jovem teria sido agredida pelo goleiro e dois amigos e levada para o sítio.

Ela afirmou que as imavens gravadas pelo circuito de segurança do condomínio onde fica a propriedade já foram analisadas.

No fim de semana, Alessandra já havia dito que o sítio foi vigiado por policiais, que viram um bebê no local.

No domingo, bombeiros e policiais militares tentaram entrar no sítio, mas não conseguiram, pois não tinham um mandado judicial.

O bebê foi localizado e entregue ao pai de Eliza. O filho de Eliza teria sido encontrado com Dayane Souza, que seria casada com Bruno.

O goleiro do Flamengo ainda não se pronunciou oficialmente, mas, segundo Michel Assef Filho, vice-presidente jurídico do clube, está à disposição da Justiça e deve prestar depoimento nesta semana. Assef também revelou que Bruno e Eliza haviam entrado em um acordo para a investigação da paternidade do bebê da jovem.

Nesta segunda, a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, afirmou que o goleiro ficará afastado enquanto o caso não for esclarecido.

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