Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Polícia continua ocupando comunidade após confronto entre duas facções

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) continuaram nesta segunda-feira ocupando a comunidade do Morro do Juramento, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. A polícia está na favela desde sexta-feira, devido ao confronto entre duas facções criminosas rivais, que disputam o controle dos pontos de venda de drogas da comunidade.

Segunda, 19 de Janeiro de 2015 às 08:08, por: CdB
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A polícia está na favela desde sexta-feira, devido ao confronto entre duas facções criminosas rivais
  Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) continuaram nesta segunda-feira ocupando a comunidade do Morro do Juramento, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. A polícia está na favela desde sexta-feira, devido ao confronto entre duas facções criminosas rivais, que disputam o controle dos pontos de venda de drogas da comunidade. Segundo um morador, que não quis se identificar, integrantes de uma facção rival invadiram a comunidade e expulsaram o grupo que controlava o tráfico de drogas no local. Ele conta que o confronto armado deixou várias vítimas. Ainda há, de acordo com o morador, corpos na parte alta da favela. A Polícia Militar não passou nenhuma informação sobre mortos, feridos ou presos na operação.

Tiroteio entre facções

Uma troca de tiros no Morro do Juramento, na Zona Norte do Rio, provocou na tarde deste domingo o fechamento por mais de duas horas da Estação Tomaz Coelho, da Linha 2 do Metrô. De acordo com a concessionária Metrô Rio, a medida foi tomada por razões de segurança e não afetou a circulação dos trens da linha, que nos fins de semana opera entre as estações Estácio e Pavuna, todas na Zona Norte da cidade. A Polícia Militar informou que a troca de tiros no morro, registrada durante o dia, envolveu integrantes de duas facções rivais do tráfico de drogas. Policiais do Batalhão de Irajá e também do Batalhão de Operações Policiais Especiais fizeram uma incursão na comunidade, em busca de envolvidos no tiroteio. Até o início da noite deste domingo, nenhuma prisão foi registrada.
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