O depoimento da principal suspeita do assassinato do coronel Ubiratan Guimarães, morto no último dia 9, Carla Cepollina, de 42 anos, foi cancelado nesta terça-feira. No entanto, a polícia considera o caso já esclarecido apesar de ainda não ter indiciado Carla como autora do crime por homicídio doloso.
Algumas armas foram encontradas no apartamento da advogada no final da tarde desta segunda-feira por perícias do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), durante operação de busca e apreensão. De acordo, com a perícias tal armamento está estado ilegal. Com isso, a mãe de Carla, Lilian Prinzilivalli foi indiciada por porte de arma ilegal e teve que pagar fiança de R$ 800.
No primeiro dia de interrogatório, na última segunda-feira, Carla saiu escoltada por dois carros da polícia que a acompanharam até a sua casa à procura de provas. O depoimento durou aproximadamente cinco horas e o inquérito segue em sigilo de Justiça.
Segundo o advogado da família de Guimarães, Vicente Cascione, pela promotoria e pelo representante do Ministério Público, Carla entrou em contradições, disse que estava cansada e pediu para que o interrogatório fosse encerrado