Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Polícia combate quadrilha que aliciava jovens para prostituição

A Polícia Civil do Rio, por meio da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), com o apoio do Departamento Geral

Quinta, 28 de Julho de 2016 às 12:05, por: CdB

De acordo com a investigação, a quadrilha colocou anúncios em redes sociais para atrair meninas que almejassem seguir a carreira de modelo

Por Redação, com ARN - do Rio de Janeiro:   A Polícia Civil do Rio, por meio da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), com o apoio do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), deflagrou nesta quinta-feira operação para desarticular uma quadrilha especializada em aliciar adolescentes carentes para a prostituição, em um condomínio que compõe o Parque Olímpico Rio 2016, na Zona Oeste carioca.
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Os dois autores negociam os programas e os clientes são atendidos pelas vítimas, monitoradas 24 horas por câmeras instaladas nos quartos.
A Operação, coordenada pela Delegada Cristiane Bento, tem como objetivo cumprir mandados de prisão temporária pelos crimes de associação criminosa e exploração à prostituição e mandados de busca e apreensão. De acordo com a investigação, a quadrilha colocou anúncios em redes sociais para atrair meninas que almejassem seguir a carreira de modelo. Os perfis criados no Facebook, no Instagram e no YouTube estão em nome de "Sonhos de modelo" e trazem os requisitos necessários para a profissão: Idade entre 14 e 21 anos, desejo ardente de ser modelo, atriz ou cantora; disposta a aderir a um plano rígido de treinamento profissional e crescimento pessoal; disposta a morar na Barra da Tijuca; beleza, delicadeza, classe, e talento. No condomínio Villas da Barra, os criminosos identificados como sendo Jonathan Alves Mendes, 24 anos, e e Márcio Garcia de Andrade, de 33 anos, se dividiam em três apartamentos. Enquanto Jonathan fica em um imóvel no sétimo andar e Márcio Garcia numa cobertura de luxo, as meninas eram colocadas em outro endereço. Os dois autores negociam os programas e os clientes são atendidos pelas vítimas, monitoradas 24 horas por câmeras instaladas nos quartos.
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