Polícia busca suspeitos de tráfico de drogas em Teresópolis
O Ministério Público e a Polícia Militar fizeram nesta sexta-feira uma oeração para prender 16 suspeitos de tráfico de drogas no estado do Rio. De acordo com o Ministério Público, o grupo vendia maconha e cocaína na cidade de Teresópolis, na região serrana.
O Ministério Público e a Polícia Militar realizaram nesta sexta-feira uma oeração para prender 16 suspeitos de tráfico de drogas
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público e a Polícia Militar realizaram nesta sexta-feira uma operação para prender 16 suspeitos de tráfico de drogas no Estado do Rio. De acordo com o Ministério Público, o grupo vendia maconha e cocaína na cidade de Teresópolis, na região serrana. A droga era obtida por meio de contatos com criminosos na capital.
Ainda segundo o Ministério Público, o controle da operação era feito de dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste da cidade. O grupo também é suspeito de levar drogas para serem negociadas dentro do presídio.
Mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram expedidos pela Vara Criminal de Teresópolis. A operação contou com 180 homens da Polícia Militar, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco) e da Superintendência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Sispen).
Justiça aceita denúncia
A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público contra Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, acusados de terem acendido e jogado o rojão que provocou a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, durante uma manifestação na quinta-feira, no centro do Rio, contra o reajuste das passagens de ônibus.
O 3º Tribunal do Júri da Capital, do Tribunal de Justiça Estadual, também converteu a prisão temporária de 30 dias dos acusados em prisão preventiva. Os dois vão continuar detidos no Complexo de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio, até o julgamento do caso.
Segundo o Tribunal de Justiça, Fábio e Caio vão responder por crimes de explosão e homicídio doloso triplamente qualificado, quando há motivo torpe com impossibilidade de defesa da vítima e com emprego de explosivo.
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