Cerca de 90 agentes da polícia do Rio foram para as rua, nesta terça-feira, para cumprir 18 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas relacionadas aos três policiais suspeitos de matar a juíza Patrícia Acioli. A ideia é reunir mais provas para incluir no inquérito.
Cerca de 90 agentes da polícia do Rio foram para as rua, nesta terça-feira, para cumprir 18 mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas relacionadas aos três policiais suspeitos de matar a juíza Patrícia Acioli. A ideia é reunir mais provas para incluir no inquérito.
Nesta segunda-feira, os agentes cumpriram 16 mandados de busca e apreensão. Eles estiveram na casa dos poliais acusados de matar a juíza e na residência de familiares. Cerca de 700 armas, calibre 38 e 40, foram recolhidas do 7º BPM (São Gonçalo).
Os três policiais acusados de matar a juíza Patrícia Acioli passaram a madrugada desta terça-feira, na Divisão de homicídios (DH), da Barra da tijuca, Zona Oeste do Rio. De acordo com a polícia, os suspeitos prestarão novo depoimento.
O tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes e os cabos Sergio Costa Junior e Jefferson de Araujo Miranda estavam presos no Batalhão Especial Prisional, em Benfica, acusados de matar um jovem de 18 anos, em junho. No último domingo, tiveram a prisão temporária decretada pela morte da juíza.
Mm mês antes do assassinato da juíza, os policiais militares teriam tomado conhecimento de que a Patrícia Acioli decretaria a prisão deles e por isso a mataram antes que a determinação fosse cumprida.
A juíza Patrícia Acioli foi morta com 21 tiros, no dia 11 de agosto, quando chegava em sua casa, em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói.
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