Polícia afirma que Playboy não foi executado em operação
O delegado de Polícia Federal Carlos Eduardo Antunes Thomé, afimou que a morte do traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, no último sábado foi “legítima”, o delegado que participou das investigações e também da operação , disse que não houve execução ao traficante.
Por Redação, com agências - do Rio de Janeiro:
O delegado de Polícia Federal Carlos Eduardo Antunes Thomé, afimou que a morte do traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, no último sábado foi “legítima”, o delegado que participou das investigações e também da operação , disse que não houve execução ao traficante.
De acordo com informações do RJTV, a família alegou que o traficante tinha sido executado.
No último sábado, o traficante de drogas mais procurado do Rio de Janeiro, Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, foi morto por policiais no morro da Pedreira
- A ação foi totalmente legítima. Houve um cerco à casa onde ele estava, o traficante tentou fugir e dispararou contra uma equipe da Core, que o atingiu - disse Thomé, que classificou a operação como cirúrgica. “Foi feita a operação para capturar o traficante e foi um sucesso. E vamos continuar essa integração entre as polícias”, garantiu ele.
Dois dias após a morte de Playboy, seis mil alunos da região ficaram sem aulas nesta segunda-feira, de acordo com o portal G1. Uma escola na rede estadual e nove escolas municipais, três creches e cinco espaços de desenvolvimento infantil não abriram. O comércio, que ficou fechado durante todo o domingo por causa da morte do criminoso, funcionou normalmente.
Mais procurado do Rio
No último sábado, o traficante de drogas mais procurado do Rio de Janeiro, Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, foi morto por policiais no morro da Pedreira, em Costa Barros, Zona Norte, em ação da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, com o apoio da Polícia Federal. De acordo com a Polícia Civil, houve troca de tiros durante a operação de captura.
O criminoso foi levado para o Hospital Federal de Bonsucesso, mas não resistiu aos ferimentos, chegando morto à unidade. Ele era apontado como chefe do tráfico no complexo da Pedreira, e de uma quadrilha de roubo de cargas.
O Disque-denúncia oferecia R$ 50 mil de recompensa por informações que levassem à captura de Playboy, que é foragido do sistema penitenciário desde 2005, quando ganhou direito à prisão no regime semiaberto e foi transferido para o Instituto Penal Ismael Pereira Sirieiro.
No dia 26 de agosto de 2009, o traficante saiu para trabalhar e não voltou ao presídio.Várias operações foram feitas para tentar prendê-lo. Contra ele, havia 22 mandados de prisão, a maioria por roubo e homicídio, além de anotações por tráfico de drogas e porte ilegal de armas.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.