Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Polícia abre inquérito para investigar oficiais da cúpula suspeitos de crimes

O comando da Polícia Militar (PM) determinou a abertura de um inquérito policial militar (IPM) para investigar o esquema de corrupção que levou à prisão preventiva de 24 policiais militares na Operação Amigos S.A., no último dia (. Eles são investigador por cobrança de propina a comerciantes, empresários e ambulantes em Bangu, na zona oeste do Rio.

Quarta, 24 de Setembro de 2014 às 09:13, por: CdB
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Segundo o Ministério Público, o pedido vale para todos os presos na Operação Amigos S.A
O comando da Polícia Militar (PM) determinou a abertura de um inquérito policial militar (IPM) para investigar o esquema de corrupção que levou à prisão preventiva de 24 policiais militares na Operação Amigos S.A., no último dia (. Eles são investigador por cobrança de propina a comerciantes, empresários e ambulantes em Bangu, na zona oeste do Rio. Segundo a PM, a corporação vai convocar os comandantes e representantes do Estado-Maior para prestarem esclarecimentos. De acordo com a PM, o comandante-geral da Polícia Militar, José Luís Castro Menezes, informou que, caso seja instaurada a sindicância patrimonial, está totalmente à disposição para apresentar todos os documentos necessários para esclarecimento de qualquer dúvida. Segundo a PM, as investigações terão o total apoio do atual comando, inclusive se o encarregado do IPM considerar necessário que seja feita a convocação de militares da ativa ou da reserva que sejam mencionados nas denúncias. Entre os policiais presos está o coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, que era chefe do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar também responsável pelos batalhões de Operações Especiais (Bope), de Choque e de Ações com Cães. Fontenelle era considerado um dos mais importantes oficiais na hierarquia da Polícia Militar. Ele foi substituído no dia seguinte à prisão. O Ministério Público (MP) do Estado do Rio de Janeiro informou que vai pedir à Corregedoria da Polícia Militar (PM) para fazer uma avaliação patrimonial dos bens do coronel Fontenelle. O MP também vai pedir à Corregedoria-Geral Unificada da Secretária Estadual de Segurança Pública uma investigação pelo aumento de patrimônio do comandante-geral da PM do Rio, coronel José Luís Castro Menezes. Segundo o Ministério Público, o pedido vale para todos os presos na Operação Amigos S.A. PM são presos O Comando da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) abriu Inquérito Policial Militar para apurar o sumiço de oito pistolas da reserva de armamento da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, na região portuária do Rio. O pedido foi feito pelo coordenador de Polícia Pacificadora, coronel Frederico Caldas. As armas sumiram na noite de segunda-feira. Os policiais que estavam de plantão prestaram depoimento, e os dois responsáveis pela Reserva Única de Material Bélico (Rumb) foram presos administrativamente. Segundo a coordenadoria, eles ficarão detidos até a conclusão do caso. Assim que a comandante da unidade, major Alessandra Carvalhaes, tomou conhecimento do desaparecimento das armas, ela abriu um procedimento de apuração. A UPP informou que, por se tratar de crime de natureza militar, o Centro de Criminalística da PM (Cecrim) precisou periciar a unidade, os veículos e os armários de 11 policiais que estavam de plantão na unidade.
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