A Polícia Militar reduziu, na manhã desta segunda-feira, seu efetivo para 100 agentes do 23º BPM (Leblon) e Grupo Especial Tático Móvel (Getan), na favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Esse número será mantido até sexta-feira, quando a PM volta a ocuparar o local com 800 homens para garantir a segurança durante o final de semana. Até esta manhã a PM mantinha 280 homens na favela.
Os agentes estão ocupando pontos estratégicos, onde ficavam baseados antes da Operação Ares, iniciada após a comemoração dos 28 anos do aniversário do chefe do tráfico na favela Bem-Te-Vi, no sábado, dia 16, quando o Túnel Zuzu Angel foi fechado por três horas. Os principais pontos ocupados são: O final da Auto-Estrada Lagoa Barra, a localidade conhecida como Via Ápia e início da Estrada da Gávia.
A Polícia Civil também reduziu de 15 para duas o número de equipes na favela. Os agentes realizam blitz e revista em pontos estratégicos. O delegado Ricardo Martins, que chefia a operação, também afirmou realizar avaliação para decidir sobre a permanência ou não na Rocinha.