Rio de Janeiro, 23 de Setembro de 2026

PM morta em chacina teria denunciado colegas

O comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, coronel Wagner Dimas, que era chefe da cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, afirmou na quarta-feira, em entrevista à rádio Bandeirantes, que ela havia denunciado alguns colegas que estariam envolvidos com roubos a caixas eletrônicos, em São Paulo.

Quinta, 08 de Agosto de 2013 às 07:20, por: CdB
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Andreia Bovo Pesseghini e o filho, principal suspeito do crime
O comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, coronel Wagner Dimas, que era chefe da cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, afirmou na quarta-feira, que ela havia denunciado alguns colegas que estariam envolvidos com roubos a caixas eletrônicos, em São Paulo. Em nota, o Comando da Policia Militar afirmou "que não houve qualquer denúncia registrada na Corregedoria da PM, ou no Batalhão, por meio da Cabo Andréia Pesseghini contra policiais militares". Dimas não descartou a possibilidade de o crime estar relacionado com a denúncia feita pela policial e disse não "estar convencido" da versão apresentada até agora pela polícia de que o filho de Andreia, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de apenas 13 anos, tenha matado toda a família e depois se suicidado. Para delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Itagiba Franco estão praticamente descartados outros suspeitos para a chacina que não seja o estudante Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini. Entenda o caso
O casal de policiais militares e o filho deles de 12 anos foram encontrados mortos dentro de casa na noite de segunda-feira, por volta das 18h30, na rua Dom Sebastião, no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. A mulher era a cabo da PM Andreia Regina Bovo. O marido dela era o sargento da Rota Luis Marcelo Pesseghini.
Os corpos da mãe e da tia de Andreia também estavam no local. O casal morava em uma casa no mesmo terreno da mãe da vítima. A tia costumava ir visitar a irmã e dormia algumas noites na casa dela. Não foram encontrados sinais de arrombamento em nenhuma das casas.
A Polícia Militar ainda não tem informações concretas sobre o caso e informou apenas que foi acionada para um chamado de roubo a residência. Quando as equipes do 18° Batalhão entraram no local, encontraram a família morta. As vítimas tinham marcas de tiros, algumas delas na cabeça.O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O delegado titular da Divisão de Homicídios, Itagiba Vieira Franco, esteve no local do crime.
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