Rio de Janeiro, 15 de Setembro de 2026

PM investiga origem de tiro que matou menina em favela do Rio

A PM investiga de onde saíram os tiros que atingiram três pessoas da mesma família, dentro de casa, na favela Para-Pedro, em Colégio, no Subúrbio do Rio. Entre as vítimas está uma menina de 12 anos, que morreu após ser baleada na cabeça.

Terça, 24 de Dezembro de 2013 às 07:41, por: CdB
riofavela.jpg
A PM investiga de onde saíram os tiros que atingiram três pessoas da mesma família
A PM investiga de onde saíram os tiros que atingiram três pessoas da mesma família, dentro de casa, na favela Para-Pedro, em Colégio, no Subúrbio do Rio. Entre as vítimas está uma menina de 12 anos, que morreu após ser baleada na cabeça. Policiais militares afirmam que foram atacados por criminosos, já os moradores da comunidade dizem que não houve tiroteio. Os dois PMs que  participaram da operação prestaram depoimento na Divisão de Homicídios (DH). A polícia não quis divulgar os nomes deles para não atrapalhar as investigações. Segundo os agentes, os dois contaram que faziam patrulhamento na favela por volta de 8h desta segunda, quando foram cercados por bandidos. Segundo o depoimento, os criminosos atiraram e houve confronto. Maria Eduarda da Silva Sardinha, de 12 anos, foi baleada na cabeça. O corpo da menina deve ser enterrado na tarde desta terça no cemitério de Irajá, no Subúrbio. Segundo informações do portal G1. O sobrinho da menina, Davi Araújo da Silva, de 7 anos, levou um tiro de raspão na cabeça, foi levado para a UPA de Irajá e teve alta logo depois. O tio da menina foi ferido no braço por estilhaços. Silvano André da Silva passou por exames no Hospital Salgado Filho, liberado e ouvido pelos investigadores. Ele nega que tenha havido troca de tiros. Segundo o comandante do 41º BPM (Irajá), tenente coronel Luiz Carlos Leal Gomes, desde o dia 14 de dezembro policiais estão ocupando a comunidade para tentar prender criminosos. "Foi uma infelicidade que nós conversamos com a nossa tropa, para evitar efetuar disparos aleatrórios na comunidade, principalmente, nas comunidades que são feitas praticamente de barracos de madeira. Mas tem momentos que não dá pra evitar. Se o marginal efetuar disparo contra você, você é obrigado a reagir", disse o comandante. De acordo com otenente-coronel Luís Carlos, um dos criminosos do Morro da Fé, uma favela vizinha à comunidade Para-Pedro, foi baleado e encaminhado para o posto de atendimento médico (PAM) de Irajá. Com ele, foram apreendidas drogas e uma pistola.
Tags:
Edições digital e impressa