Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

'Pirâmide' é encontrada no fundo do Pacífico com ajuda do Google Earth

Um estranho objeto no fundo do Oceano Pacífico, descoberto graças ao Google Earth, tem gerado um acalorado debate na Internet.

Sexta, 01 de Julho de 2016 às 10:18, por: CdB

Muitos internautas sugerem ainda que a descoberta pode ser o fim da busca pela mítica ilha perdida de Atlântida, descrita nos textos do filósofo grego Platão

Por Redação, com agências internacionais - de Moscou/São Francisco:

Um estranho objeto no fundo do Oceano Pacífico, descoberto graças ao Google Earth, tem gerado um acalorado debate na Internet. Para alguns, trata-se dos restos da mítica Atlântida; para outros, de vestígios de uma construção maia ou asteca. Ou seria um indício de inteligências extraterrestres?

O pesquisador ufólogo Scott Waring acredita que o objeto fotografado é "uma pirâmide perfeita medindo mais de 14 km de cada lado de sua base", segundo relata o jornal The Daily Express.

– É uma estimativa conservadora, pode chegar a 18 km – acrescenta Waring.

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O pesquisador ufólogo Scott Waring acredita que o objeto fotografado é "uma pirâmide perfeita medindo mais de 14 km de cada lado de sua base"

De acordo com ele, a construção pode ser obra de uma civilização antiga ou alienígena.

Waring diz ainda que se trata da "maior pirâmide jamais descoberta" e observa que o achado se encontra perto do México e de suas antigas pirâmides maias e astecas.

Quem descobriu a “pirâmide”, entretanto, foi o internauta argentino Marcelo Irazusta, que garante, em um vídeo publicado no YouTube, ter descoberto um vestígio de arquitetura extraterrestre. Igazusta destaca, particularmente, o "brilho intenso" do objeto, e diz que seu comprimento seria de 5 km.

Muitos internautas sugerem ainda que a descoberta pode ser o fim da busca pela mítica ilha perdida de Atlântida, descrita nos textos do filósofo grego Platão.

O que quer que seja, porém (talvez apenas uma montanha submarina, como querem os mais céticos), nem o Google Earth pode ainda dizer.

Esforços de diversidade do Google

O Google divulgou na quinta-feira dados sobre sua iniciativa de criar uma força de trabalho mais diversificada nos EUA, dizendo que empregou mais negros, latinos e mulheres, mas ainda ficou aquém do seu objetivo de espelhar a população.

A empresa divulgou seus números de diversidade, pela primeira vez em 2014 e provocou uma conversa entre empresas de tecnologia do Vale do Silício que levaram muitos de seus concorrentes mais próximos para seguir o exemplo.

A porcentagem global de não-brancos, funcionários não-asiáticos do Google nos EUA não mudou em 2015 em relação ao ano anterior, mantendo-se em 2 %c para os afro-americanos, de 3 %  para os hispânicos, 3 % para os indivíduos multirraciais e menos de 1 %  para nativos americanos e do Pacífico, de acordo com a empresa.

As mulheres representavam 31 %  da força de trabalho global da Google em 2015, alta de 1 % sobre 2014, e 21 % dos contratados técnicos para o ano, acima dos 19%  em 2014.

Empregados brancos compunham 59 %  da sua força de trabalho nos EUA e asiáticos representaram 32 %. O Google tinha cerca de 38.670 trabalhadores no país em 2015, de acordo com dados de seu relatório à Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego com base em Agosto de 2015.

Enquanto seus percentuais de empregados minoritários não se alteraram, o relatório disse que em 2015 o Google tinha 880 empregados negros, contra 628 em 2014 e 1.782 funcionários hispânicos, ante 1.428 no ano anterior. Havia 712 indivíduos multirraciais, acima dos 636 anteriormente, e 56 americanos nativos indígenas ou Alasca, contra 44 no ano anterior.

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