Muitos internautas sugerem ainda que a descoberta pode ser o fim da busca pela mítica ilha perdida de Atlântida, descrita nos textos do filósofo grego Platão
Por Redação, com agências internacionais - de Moscou/São Francisco:
Um estranho objeto no fundo do Oceano Pacífico, descoberto graças ao Google Earth, tem gerado um acalorado debate na Internet. Para alguns, trata-se dos restos da mítica Atlântida; para outros, de vestígios de uma construção maia ou asteca. Ou seria um indício de inteligências extraterrestres?
O pesquisador ufólogo Scott Waring acredita que o objeto fotografado é "uma pirâmide perfeita medindo mais de 14 km de cada lado de sua base", segundo relata o jornal The Daily Express.
– É uma estimativa conservadora, pode chegar a 18 km – acrescenta Waring.
De acordo com ele, a construção pode ser obra de uma civilização antiga ou alienígena.
Waring diz ainda que se trata da "maior pirâmide jamais descoberta" e observa que o achado se encontra perto do México e de suas antigas pirâmides maias e astecas.
Quem descobriu a “pirâmide”, entretanto, foi o internauta argentino Marcelo Irazusta, que garante, em um vídeo publicado no YouTube, ter descoberto um vestígio de arquitetura extraterrestre. Igazusta destaca, particularmente, o "brilho intenso" do objeto, e diz que seu comprimento seria de 5 km.
Muitos internautas sugerem ainda que a descoberta pode ser o fim da busca pela mítica ilha perdida de Atlântida, descrita nos textos do filósofo grego Platão.
O que quer que seja, porém (talvez apenas uma montanha submarina, como querem os mais céticos), nem o Google Earth pode ainda dizer.
Esforços de diversidade do Google
O Google divulgou na quinta-feira dados sobre sua iniciativa de criar uma força de trabalho mais diversificada nos EUA, dizendo que empregou mais negros, latinos e mulheres, mas ainda ficou aquém do seu objetivo de espelhar a população.
A empresa divulgou seus números de diversidade, pela primeira vez em 2014 e provocou uma conversa entre empresas de tecnologia do Vale do Silício que levaram muitos de seus concorrentes mais próximos para seguir o exemplo.
A porcentagem global de não-brancos, funcionários não-asiáticos do Google nos EUA não mudou em 2015 em relação ao ano anterior, mantendo-se em 2 %c para os afro-americanos, de 3 % para os hispânicos, 3 % para os indivíduos multirraciais e menos de 1 % para nativos americanos e do Pacífico, de acordo com a empresa.
As mulheres representavam 31 % da força de trabalho global da Google em 2015, alta de 1 % sobre 2014, e 21 % dos contratados técnicos para o ano, acima dos 19% em 2014.
Empregados brancos compunham 59 % da sua força de trabalho nos EUA e asiáticos representaram 32 %. O Google tinha cerca de 38.670 trabalhadores no país em 2015, de acordo com dados de seu relatório à Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego com base em Agosto de 2015.
Enquanto seus percentuais de empregados minoritários não se alteraram, o relatório disse que em 2015 o Google tinha 880 empregados negros, contra 628 em 2014 e 1.782 funcionários hispânicos, ante 1.428 no ano anterior. Havia 712 indivíduos multirraciais, acima dos 636 anteriormente, e 56 americanos nativos indígenas ou Alasca, contra 44 no ano anterior.