Surpreendente junção de duas das bandas mais polêmicas dos últimos 20 anos, o Velvet Revolver junta ex-integrantes do Guns`n Roses com o cantor do Stone Temple Pilots, Scott Weiland. A banda lança seu disco de estréia, Contraband (e algo diz que vai para por aí mesmo, muito doido no mesmo grupo), um autêntico trabalho de pincelada do rock`n roll americano. Em um semana a banda vendeu 256.000 cópias e foi para o topo da Billboard. Em Contraband temos influências rítmicas do Guns, o toque inconfundível de Weiland e uma certa procura para fugir do óbvio (o que nem sempre acontece). Existem influências sadias, como Dirty Little Thing, que parece uma música vinda direta de Rocks, de 76, do Aerosmith (álbum preferido do Slash). Já o refrão de Big Machine, remete logo a uma faixa de Marilyn Manson (até a voz está igual). O destaque vai para o baterista, Matt Sorum, no auge com uma técnica fantástica. A coluna separou o bom, o ruim e o desprezível (excluindo). Ao todo, Contraband traz 13 faixas. Algumas estão abaixo, na ordem em que estão no disco.
LADO A: Sucker train blues/ Do it for the kids/ Illegal I song/ Spectacle/ Dirty little thing.
LADO B: Fall to pieces/ Set me free/ You got no right/ Slither/
Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026
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