Rio de Janeiro, 16 de Fevereiro de 2026

PIB em alta deixa ministro da Fazenda mais otimista

No dia de São Guido (950-1012), o santo padroeiro do ministro da Fazenda, é uma data em quel ele tem muito a comemorar. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas no país) do segundo trimestre, divulgado na quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a economia brasileira cresceu 5,4% no segundo trimestre. (Leia Mais)

Quarta, 12 de Setembro de 2007 às 09:38, por: CdB

No dia de São Guido (950-1012), o santo padroeiro do ministro da Fazenda, é uma data em quel ele tem muito a comemorar. O resultado do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas no país) do segundo trimestre, divulgado na quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a economia brasileira cresceu 5,4% no segundo trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado.

Ao chegar ao ministério para trabalhar, Guido Mantega disse que o resultado representa que a economia brasileira cresce de forma robusta, equilibrada e não há um aquecimento exagerado da demanda, como têm afirmado alguns críticos.

- É um número bastante bom, mas o mais importante é que a formação bruta de capital fixo (investimentos) está crescendo 10,6%. Confirmando aquela nossa previsão de que vamos fechar o ano com a formação bruta de capital fixo em torno de 10% - disse.

Na avaliação do ministro, se houver crescimento do PIB em torno de 5% no ano e investimento em 10%, o crescimento será equilibrado com o aumento de oferta. O ministro reafirmou que a projeção de crescimento da economia continua mantida em torno 5% este ano, principalmente porque a indústria de transformação, que segundo ele, é um dos pólos dinâmicos da economia brasileira, tem demonstrado uma aceleração em comparação ao ano passado, com 5%. Para Mantega, porém, não haverá aceleração maior no crescimento da economia no segundo semestre.

- Acredito que não. Porque também há uma aceleração em relação ao semestre anterior, mas essas taxas estão se situando em torno de 5% - afirmou.

Ele lembrou, no entanto, que os investimentos são a única exceção, com uma taxa mais elevada, mas que representa uma parcela menor da produção brasileira. Quanto ao consumo das famílias, ele admitiu que é robusto, mas dentro de parâmetros bastante razoáveis, pois está sendo atendido pela expansão da indústria e pelo aumento da oferta e dos investimentos.

- Isso que é importante. Por isso que é um crescimento equilibrado, onde a oferta atende a demanda e desta maneira não causa pressão inflacionária - concluiu.

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