A Polícia Federal apura uma nova linha de investigação na Operação Bruxelas deflagrada na última sexta-feira. Após alguns depoimentos durante o fim de semana, surgiram evidências de que a quadrilha teria negócios com a máfia russa.
Uma das oitivas apontou que um ex-agente da KGB, a polícia secreta soviética, negociava documentos da quadrilha. Segundo as investigações, estes negócios serviriam como uma forma de lavagem de dinheiro da máfia russa.
A Operação Bruxelas prendeu 12 pessoas em cinco estados e no Distrito Federal. Nove presos já foram ouvidos. Nesta segunda-feira, o delegado responsável pelo caso, David Servulo Campos, toma os depoimentos de mais três pessoas.
Onze carros foram apreendidos e duas pessoas continuam foragidas. A quadrilha falsificava títulos de crédito internacional e documentos de autenticação dos títulos falsos. O valor de face dos documentos falsificados chegava a U$ 1 bilhão e eram negociados em mais de 20 países.
PF investiga envolvimento da máfia russa na Operação Bruxelas
Segunda, 04 de Junho de 2007 às 15:58, por: CdB