Também foram cumpridas ordens de bloqueio de contas bancárias, sequestro de veículos automotores e suspensão de benefícios fraudulentos em São Paulo e nos municípios paulistas de Guarulhos, Planalto, Mogi das Cruzes e Bertioga.
Por meio de uma rede de contatos que permitia a troca de dados de clientes interessados em fraudar o auxílio doença, a quadrilha usava intermediadores de benefícios previdenciários que ingressavam nos sistemas informatizados do Seguro Social e concediam ou prorrogavam os benefícios para os clientes.
Para cada benefício fraudulento concedido, a quadrilha cobrava cerca de R$ 4.500, dos quais R$ 3.000 eram concedidos ao servidor da Previdência Social. Até agora, foram concedidos cerca de 300 benefícios de auxílio doença.
O nome da operação faz alusão à grande quantidade de vestígios deixados pelos integrantes da quadrilha enquanto agiam.