Rio de Janeiro, 08 de Novembro de 2026

PF ainda não sabe se Petrobras sofreu um ou dois furtos

Quinta, 21 de Fevereiro de 2008 às 17:01, por: CdB

A Polícia Federal ainda não descobriu se o furto de informações estratégicas do poço de Júpiter se deu em uma única operação criminosa ou foi feito em momentos diferentes. O que os policiais consideram mais provável é que os dois HDs (discos rígidos de memória) de um computador defeituoso retirado da Plataforma NS-21 e os quatro notebooks, que também continham dados sobre o poço, foram furtados no terminal da Poliportos, no bairro do Caju, zona portuária do Rio.

Para a PF, o terminal foi o lugar mais vulnerável por onde os equipamentos passaram. Visão contrária tem a Secretaria Especial de Portos, do governo federal, que avaliou o porto como local de alta segurança. A prevalecer a tese de que os equipamentos foram furtados em uma única ação, ela teria ocorrido entre os dias 23 e 25 de janeiro, período em que tanto a caixa de viagem com o computador defeituoso quanto o contêiner-escritório com os notebooks estiveram no pátio da Poliportos.

A investigação está se concentrando em torno do Poliportos, terminal da zona portuária do Caju. Nesta sexta-feira, a delegada Carla Dollinski estará no Rio ouvindo funcionários da empresa. Hoje, em Macaé, ela ouviu três empregados da Petrobras e três da Halliburton.

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