Rio de Janeiro, 15 de Março de 2026

PF acusa Álvaro Lins de pertencer à máfia dos caça-níqueis

O ex-chefe de Polícia Civil e deputado estadual eleito Álvaro Lins foi acusado nesta sexta-feira de pertencer à máfia dos caça-níqueis, além de estar envolvido com contrabando de equipamentos eletrônicos, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro para campanha eleitoral. A Polícia Federal pediu a prisão de Lins, mas a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para conceder. Entretanto, a Justiça autorizou um mandato de busca e apreensão na casa de Lins que só chegou à Polícia Federal após ele ter sido diplomado deputado nesta sexta. Lins tem imunidade parlamentar.

Sexta, 15 de Dezembro de 2006 às 17:16, por: CdB

O ex-chefe de Polícia Civil e deputado estadual eleito Álvaro Lins foi acusado nesta sexta-feira de pertencer à máfia dos caça-níqueis, além de estar envolvido com contrabando de equipamentos eletrônicos, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro para campanha eleitoral. A Polícia Federal pediu a prisão de Lins, mas a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para conceder. Entretanto, a Justiça autorizou um mandato de busca e apreensão na casa de Lins que só chegou à Polícia Federal após ele ter sido diplomado deputado nesta sexta. Lis tem imunidade parlamentar.

A PF informou que há mais 45 mandados de prisão contra policiais no Rio, todos por roubo de carga e ligação com a máfia de caça níqueis.

Na manhã desta sexta-feira, 75 policiais militares foram presos sob a acusação de envolvimento com o tráfico de drogas. A Polícia Federal investigou o caso durante oito meses, depois que recebeu a informação de que angolanos refugiados estariam ensinando táticas de guerrilha na Favela do Muquiço, em Guadalupe, subúrbio do Rio.

Dos 77 envolvidos - um morreu e outro está desaparecido -, 40 deles serviam no 14º BPM (Bangu). O comandante do Batalhão, Coronel Celso Nogueira, foi exonerado e está prestando depoimento no Estado Maior da Polícia Militar, onde está detido.

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