Rio de Janeiro, 14 de Setembro de 2026

Petróleo para, pelo menos, mais 14 anos

Sexta, 01 de Julho de 2011 às 07:09, por: CdB

O Brasil começa o mês de julho com uma perspectiva. A Petrobras anunciou, nesta semana, a descoberta de dois níveis de petróleo de boa qualidade no poço da Gávea, no Rio, que integra o Parque das Baleias, tido como o maior reservatório do pré-sal na Bacia de Campos.

Segundo a empresa, esta é a principal descoberta já feita na camada do pré-sal na bacia de Campos, que se estende pelo litoral norte do Estado do Rio de Janeiro. Nessa bacia, estima-se que existam o equivalente a 3,5 bilhões de barris de petróleo nos seis poços abertos. Só nos dois primeiros poços abertos estimava-se uma reserva de 1,5 bilhão a 2 bilhões de barris de petróleo equivalente.

Uma descoberta é uma prova incontestável da capacidade tecnológica da estatal e do tremendo equívoco dos que criticaram e minimizaram as potencialidades do nosso pré-sal. Para avaliar o impacto desta riqueza que se encontra nas profundezas do Oceano Atlântico, conversamos com o físico Luiz Pinguelli Rosa, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do COPPE, instituto de pesquisa da UFRJ.

Professor, a Petrobrás afirmou que o petróleo achado no poço da Gávea, na baixada fluminense, é uma de suas principais descobertas, por quê?


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