Petroleira BP afirma que irá gastar US$ 1 bilhão com reestruturação
A gigante petroleira BP disse nesta quarta-feira que gastará US$ 1 bilhão em uma reestruturação que alcançará todo o grupo no próximo ano, ao revelar seus planos de longo prazo para seu negócio de exploração e produção de petróleo. A companhia britânica disse que, como parte de seu programa para simplificar funções ao longo de atividades.
O grupo disse em comunicado que tem um balanço financeiro forte
A gigante petroleira BP disse nesta quarta-feira que gastará US$ 1 bilhão em uma reestruturação que alcançará todo o grupo no próximo ano, ao revelar seus planos de longo prazo para seu negócio de exploração e produção de petróleo.
A companhia britânica disse que, como parte de seu programa para simplificar funções ao longo de atividades da cadeia produtiva e funções corporativas, espera registrar os encargos ao longo dos próximos cinco trimestres, incluindo o atual.
Diante das atuais perspectivas para os preços do petróleo, a BP disse que também revisará seus planos para as despesas de capital em 2015.
O grupo disse em comunicado que tem um balanço financeiro forte e possui tempo e flexibilidade para se ajustar a mudanças no ambiente de negócios, incluindo o preço da commodity.
Opep reduz previsão
A demanda global por petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) no próximo ano será menor do que o esperado por causa de um crescimento mais fraco do consumo e pelo boom da produção não convencional norte-americana, afirmou o grupo nesta quarta-feira.
A previsão de demanda por petróleo do grupo agora está em 28,92 milhões de barris por dia (bpd) em 2015, uma queda de 280 mil bpd ante sua expectativa anterior.
O relatório foi divulgado após a decisão da Opep, no mês passado, de não cortar a produção, apesar de queda acentuada dos preços do petróleo.
No mês passado, a decisão da Opep foi orientada pela posição de seu principal membro, a Arábia Saudita, que pediu aos demais integrantes do grupo para combaterem o boom do petróleo não convencional a partir do xisto dos EUA, que tem corroído a participação de mercado da Opep.
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