Em nota divulgada na noite desta terça-feira, a Petrobras esclarece que a atividade de levantamento sísmico na Nova Zelândia não envolve a perfuração de poços e não há assim riscos de vazamento. A nota foi divulgada em resposta aos protestos do Greenpeace contra a atividade da companhia no mar da Nova Zelândia (Oceania). A empresa brasileira explica que está fazendo levantamento sísmico e geológico para avaliar o potencial de reserva de gás e petróleo na Bacia de Raukumara, na costa leste da Ilha do Norte.
De acordo com a Petrobras, “o estudo sísmico é uma operação segura e simples, que consiste no levantamento de informações geológicas por meio da captação de sinais sonoros. Esse trabalho de pesquisa está em conformidade com todos os princípios de segurança, meio ambiente e saúde, atende à legislação internacional e às leis da Nova Zelândia”.
Ainda conforme a nota, a empresa “está comprometida em desenvolver ações de forma segura e integrada, valorizando as diversidades humanas e culturais e promovendo a cidadania e o respeito pelos direitos humanos em todos os países onde atua”.
O trabalho de levantamento foi licitado pelo governo neozelandês em janeiro do ano passado, quando a Petrobras adquiriu os direitos de um bloco da Bacia de Raukumara. Após o levantamento sísmico, a empresa avaliará se continua com o projeto e realiza pesquisa mais elaborada (estudos sísmicos em 3D) ou se declina da concessão para explorar a área.
Conforme notícia divulgada nesta terça-feira, uma frota de cerca de 20 barcos protesta há mais de uma semana no Nordeste da costa da Nova Zelândia contra os trabalhos da Petrobras. Os ativistas e também aborígenes da região alertam para potenciais perigos de vazamentos e contaminação ambiental.
Petrobras nega riscos de vazamento na costa da Nova Zelândia
Em nota divulgada na noite desta terça-feira, a Petrobras esclarece que a atividade de levantamento sísmico na Nova Zelândia não envolve a perfuração de poços e não há assim riscos de vazamento. A nota foi divulgada em resposta aos protestos do Greenpeace contra a atividade da companhia no mar da Nova Zelândia (Oceania).
Quarta, 06 de Abril de 2011 às 03:05, por: CdB
Em nota divulgada na noite desta terça-feira, a Petrobras esclarece que a atividade de levantamento sísmico na Nova Zelândia não envolve a perfuração de poços e não há assim riscos de vazamento. A nota foi divulgada em resposta aos protestos do Greenpeace contra a atividade da companhia no mar da Nova Zelândia (Oceania). A empresa brasileira explica que está fazendo levantamento sísmico e geológico para avaliar o potencial de reserva de gás e petróleo na Bacia de Raukumara, na costa leste da Ilha do Norte.
De acordo com a Petrobras, “o estudo sísmico é uma operação segura e simples, que consiste no levantamento de informações geológicas por meio da captação de sinais sonoros. Esse trabalho de pesquisa está em conformidade com todos os princípios de segurança, meio ambiente e saúde, atende à legislação internacional e às leis da Nova Zelândia”.
Ainda conforme a nota, a empresa “está comprometida em desenvolver ações de forma segura e integrada, valorizando as diversidades humanas e culturais e promovendo a cidadania e o respeito pelos direitos humanos em todos os países onde atua”.
O trabalho de levantamento foi licitado pelo governo neozelandês em janeiro do ano passado, quando a Petrobras adquiriu os direitos de um bloco da Bacia de Raukumara. Após o levantamento sísmico, a empresa avaliará se continua com o projeto e realiza pesquisa mais elaborada (estudos sísmicos em 3D) ou se declina da concessão para explorar a área.
Conforme notícia divulgada nesta terça-feira, uma frota de cerca de 20 barcos protesta há mais de uma semana no Nordeste da costa da Nova Zelândia contra os trabalhos da Petrobras. Os ativistas e também aborígenes da região alertam para potenciais perigos de vazamentos e contaminação ambiental.