Comunidades quilombolas do país foram beneficiadas pelo convênio assinado, nesta quarta-feira, entre a Petrobras, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o Ministério de Desenvolvimento Social e a Fundação Universitária de Brasília.
O objetivo do acordo é desenvolver projetos de geração de emprego e renda nessas comunidades.
Os quilombolas são descendentes de escravos que fugiram dos trabalhos forçados em fazendas, indo morar em quilombos distantes dos centros urbanos.
Há 1.600 dessas comunidades já conhecidas no Brasil, mas especialistas acreditam que o número pode ser maior ainda.
O grupo sobrevive de lavoura e artesanato, e mantém vivas as tradições dos africanos que vieram para o País. Entre elas estão danças, festas, culinária e confecção de brinquedos.
O convênio de R$ 3 milhões destina-se a projetos nas áreas de turismo, produção agrícola diversificada, piscicultura, horticultura e cerâmica nos quilombos de Campinho da Independência (RJ), Ivaporunduva (SP), Mocambo(SE), Barra do Brumado-Rio das Contas (BA), Sumidouro (PI) e Tapuio-Queimada Nova (PI).