A Petrobras apurou, no primeiro semestre de 2005, lucro líquido consolidado de R$ 9,9 bilhões, 40% superior ao do mesmo período de 2004. A excelente performance operacional da Companhia proporcionou geração de caixa (Ebitda) de R$ 22,3 bilhões no semestre, representando um aumento de 29% em relação ao primeiro semestre do ano passado, o que possibilitou investimentos de R$ 11 bilhões. Manteve-se um saldo de caixa estável, reduzindo-se a dívida líquida.
No segundo trimestre de 2005, a Petrobras registrou lucro líquido consolidado de R$ 4,9 bilhões, 49% superior ao apurado no mesmo trimestre do ano anterior. A excelente performance operacional da Companhia proporcionou geração de caixa (EBITDA) de R$ 11,8 bilhões no trimestre, representando um aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2004, o que possibilitou investimentos no segundo trimestre de R$ 5,7 bilhões.
A companhia exportou no segundo trimestre de 2005 US$2,2 bilhões de petróleo e derivados contra uma importação de US$ 1,3 bilhão no mesmo período gerando um superávit de US$0,9 bilhão. Em termos de volume a exportação líquida de petróleo e derivados foi de 148 mil barris de óleo equivalente. Mesmo incluindo-se a importação de gás e outros produtos a exportação líquida foi de 20 mil barris diários de óleo equivalente.
As vendas líquidas totalizaram R$ 32,4 bilhões no segundo trimestre de 2004, indicando um aumento de R$ 4,4 bilhões sobre o mesmo trimestre de 2004. Esse resultado foi favorecido pelos ajustes dos preços médios de realização no mercado interno no segundo semestre de 2004, de alguns derivados, principalmente gasolina e óleo diesel e pelo aumento dos volumes vendidos, bem como pelo acréscimo nas exportações, reflexo das maiores cotações do petróleo no mercado internacional.
Petrobras apura lucro de R$ 9,9 bilhões no semestre
A Petrobras apurou, no primeiro semestre de 2005, lucro líquido consolidado de R$ 9,9 bilhões, 40% superior ao do mesmo período de 2004. A excelente performance operacional da Companhia proporcionou geração de caixa (Ebitda) de R$ 22,3 bilhões no semestre, representando um aumento de 29% em relação ao primeiro semestre do ano passado, o que possibilitou investimentos de R$ 11 bilhões. Manteve-se um saldo de caixa estável, reduzindo-se a dívida líquida. (Leia Mais)
Quarta, 17 de Agosto de 2005 às 08:23, por: CdB