Rio de Janeiro, 05 de Setembro de 2026

Petista promete trabalhar para acabar com a pobreza extrema no país

Quarta, 23 de Junho de 2010 às 11:35, por: CdB

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff disse que vai trabalhar para acabar com a pobreza extrema do país. No Governo Lula, mais de 24 milhões de pessoas foram tiradas da linha da pobreza, graças à eficiência dos programas sociais. Mas, segundo ela, ainda há 19 milhões de brasileiros que ganham um quarto de salário mínimo.

– Temos regiões ricas no Brasil, e entre elas está Uberlândia (MG). Quem dera se o Brasil fosse uma grande Uberlândia, porque ela é desenvolvida. Mas isso não significa que lá não tenham famílias que precisem de programas sociais, como o Bolsa Família – afirmou Dilma, em entrevista a rádio Educadora Jovem Pan, de Uberlândia, nesta quarta-feira.

Somente na cidade mineira são 11,4 mil famílias recebendo o benefício do governo. Para Dilma, se continuar crescendo com taxas elevadas e tendo oferta de emprego e educação, o Brasil vai passar de país em desenvolvimento para desenvolvido. Perguntada sobre o crescimento de 9% da economia brasileira no primeiro semestre, Dilma explicou que basta olhar os indicadores para confirmar.

– Se o Brasil não tivesse crescendo a taxas elevadas, como nós poderíamos, nos cinco primeiros meses do ano, de janeiro a maio, ter criado um milhão e duzentos e sessenta mil empregos? – questionou.

Os números foram criticados pela oposição. Dilma rebateu as críticas dizendo que não há como negar que o país mudou nos últimos anos.

– É inegável que o Brasil está em outro momento hoje. Ao contrário do que aconteceu no governo anterior , do qual o candidato da oposição participou, tanto como ministro do Planejamento, como ministro da Saúde, em que havia estagnação, desigualdade e um imenso desemprego”. Ela ainda completou:  “Agora, querer dizer que o Brasil não está crescendo é daquelas pessoas que torcem contra o país. Você pode ser oposição, mas você não precisa torcer contra o país – acrescentou.

Para Dilma, o Brasil deve fechar o ano com uma taxa média de crescimento que varia entre 6% a 7%.

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