Rio de Janeiro, 10 de Setembro de 2026

Pesquisadores da Unicamp fazem experimentos inúteis em animais

Quarta, 15 de Junho de 2011 às 09:10, por: CdB

Por Ativista X 15/06/2011 às 14:38

AÇÃO URGENTE: se você não concorda com experimentos cruéis em animais, ajude a protestar (instruções abaixo).


Guilherme Zweig Rocha, biológo responsável pela pesquisa


Os experimentos em animais, além de serem inúteis e cruéis, expõem uma triste verdade: a de que as verdadeiras cobaias não são os animais, mas os seres humanos.
Se alguém ainda duvida disto vejam como os pesquisadores podem ser tão patéticos e esquizofrênicos, quando tentam justificar o uso de animais em experimentos. Conforme o texto abaixo, verificou-se que os humanos que tomam o medicamento metformina, usado para controle de diabetes, apresentavam menos tumores cancerígenos. Ou seja, há anos, nós humanos somos usados como cobaias e agora os pesquisadores anunciam esta ?incrível descoberta- (?): que a droga pode auxiliar no contenção do câncer, mas que mais uma vez, não é tratamento para o câncer. Será que a indústria farmacêutica quer a verdadeira cura das doenças?
Então, os charlattões, os picaretas de jaleco branco (pesquisadores da Unicamp) , precisam de provar em experimentos em ratos, o que já sabem o que acontece com as cobaias humanas (nós). Matar ratinhos em laboratório, supostamente lhes dá credibilidade científica. Já se sabia que a metformina ajuda a conter o câncer (nós fomos as cobaias), então para que estes experimentos inúteis em ratos?
Infelizmente a Unicamp gasta um dinheiro enorme de nós contribuintes, usando animais em laboratórios, e estes estudos pouco ou nada ajudam a combater as doenças atuais: o câncer, diabetes, etc... porque a causa destas doenças é o modo de vida estressante que estamos levando. Quem se beneficia com isto é a indústria farmecêutica, que quer novos remédios, mas não está querendo a erradicação das doenças humanas.
A vivissescção (experimentos em animais) é uma fraude científica: uma doença provacada artificialmente num animal não é a mesma coisa que uma doença surgirda naturalmente em um humano. Além disto, a vivissecção é um crime contra a vida e quem comete crime tem que ir para a cadeia.
Seria melhor se a Unicamp e seus pesquisadores parassem de matar animais em nome da ciência, em benefício da indústria farmacêutica e agisse em defesa dos verdadeiros interesses da humanidade: ao invés de combater as doenças com infinitos remédios, deveriam propor um estilo de vida saudável, mais água tratada para a população, saneamento básico, etc...
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AÇÃO URGENTE: se você não concorda com experimentos cruéis em animais, ajude a protestar. Para reforçar seus argumentos veja os seguintes sites:
InterNiche Brasil:  http://www.1rnet.org/
AILA:  http://www.aila.org.br/viviseccao1.htm
PEA:  http://www.pea.org.br/crueldade/testes/tfotos.htm

ENVIEM SUAS MENSAGENS DE PROTESTO PARA:
 imprensa@unicamp.br imprensa arroba unicamp.br
enviem cópias para a Comissão de Ética da Experimentação Animal da Unicamp:
 comisib@unicamp.br comisib arroba unicamp.br e
 gabinete@reitoria.unicamp.br gabinete arroba reitoria.unicamp.br
e para a diretoria do Instituto de Biologia da Unicamp:
 diretib@unicamp.br diretib arroba unicamp.br

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Unicamp consegue inibir aumento de tumores em cobaias


O principal medicamento utilizado no tratamento da diabete, a metformina, pode ser a nova arma contra o câncer


O principal medicamento utilizado no tratamento da diabete, a metformina, pode ser a nova arma contra o câncer. Pesquisadores o Laboratório de Oncologia Molecular da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) associaram a droga ao quimioterápico paclitaxel, usado em pacientes com câncer de mama e pulmão, e conseguiram inibir in vitro e em cobaias o crescimento do tumor. Um estudo para testar a descoberta em humanos já foi iniciado e, caso a reação seja a mesma, a associação surge como nova linha de tratamento para os pacientes com a doença.

O biólogo e responsável pela pesquisa, Guilherme Zweig Rocha, conta que a ideia de adicionar a metformina ao paclitaxel surgiu depois de analisar que os pacientes com diabete que fazem o uso dessa droga apresentam menos tumores, dando espaço para checar se existe alguma relação entre os medicamentos.

'Além disso, a obesidade é a lógica bioquímica que existe por trás tanto do diabete como do câncer, sendo uma causa comum para cerca de 30% dos casos de câncer registrados no mundo. Então, são vários os fatores que se correlacionam, abrindo espaço para essa pesquisa.?

A metformina reduz a ocorrência de todas as complicações da diabete e também pode reduzir os níveis de LDL, conhecido como colesterol ruim e triglicéries. É um medicamento oral derivado da guanidina, composto ativo originário da Galega officinalis, erva medicinal também conhecida como lilac e usada por séculos na Europa como tratamento da diabete.

Uma das características mais comuns das células cancerígenas é o seu ritmo rápido de divisão celular, chamada na biologia de mitose. A fim de acomodar isso, a célula está em constante reestruturação, sendo extremamente flexível. Três proteínas participam do processo de funcionamento do paclitaxel: a p53, responsável por ativar a maquinaria de reparo do DNA; a AMPK, que exerce efeitos sobre o metabolismo da glicose e dos lipídios, e a mTOR, responsável pelo crescimento celular, tanto de células sadias quanto cancerosas.

O médico oncologista e orientador da pesquisa, José Barreto Campello Caravalheira, explica que tanto o paclitaxel quanto a metformina atuam na AMPK isoladamente, seja na quimioterapia ou no tratamento da diabete, e, por isso, resolveram associar os dois medicamentos para o tratamento do câncer de mama e pulmão.

?O resultado foi surpreendente. Foram cinco anos de pesquisa até conseguir que a junção impedisse que os tumores já existentes continuassem crescendo. Isso quer dizer que o paciente pode entrar em cirurgia para retirada do tumor, já que não está evoluindo, aumentar a sobrevida da pessoa ou fazer com que ela conviva mais tempo com a doença.?

De acordo com os resultados do estudo, a combinação entre metfotmina e paclitaxel tem efeito antitumoral capaz de induzir a interrupção do ciclo celular do tumor cancerígeno. ?Ao invés de tentarmos inibir a mTOR no final do processo do desenvolvimento do tumor, achamos melhor dar um passo atrás e potencializarmos a ativação da proteína AMPK?, explicou Caravalheira.

Os animais usados como cobaias tiveram o tumor aumentado aproximadamente cinco vezes em relação aos que receberam esse tratamento associado. Nos animais tratados apenas com paclitaxel, o tumor atingiu o dobro do tamanho. No tratamento com metformina, aumentou quase o triplo.

O biólogo Guilherme Zweig Rocha disse que já esperava uma redução no crescimento, mas se disse surpreso quando percebeu que o resultado inibia o avanço. ?Isso é ótimo porque a metformina é um medicamento muito barato, acessível a toda a população. Mantendo a mesma linha nos estudos clínicos (com pessoas), como foi no pré-clínico (com animais), a droga se tornará um tratamento inovador, eficiente e quase de graça.?



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