- Isso não leva a melhoras de 10% a 15%. Estamos falando de ordens e mais ordens de magnitude.
Como demonstração do potencial do TrueNorth, a equipe de Modha o programou para realizar uma "jogada de efeito" visual.
Aplicações possíveis
Analisando em tempo real um vídeo filmado de uma torre na universidade norte-americana de Stanford, um único chip identificou quais pixels representavam pedestres, ciclistas, carros, ônibus e caminhões.
Este tipo de tarefa é um dos pontos fortes do cérebro e é um dos pontos em que computadores tradicionais encontram grandes dificuldades.
Por isso, entre as muitas aplicações que o novo chip permite estão óculos que podem ajudar deficientes visuais nas ruas ou robôs na cena de um desastre a se locomoverem.
Mas há quem acredite que as vantagens do novo chip talvez estejam sendo um pouco exageradas.
Para Steve Furber, um engenheiro de computação da universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, disse à BBC que o tempo vai dizer se a nova arquitetura terá a flexibilidade para ser usada para aplicações diferentes.
Furber, que atualmente trabalha em outro ambicioso projeto de simulação do cérebro chamado SpiNNaker.
No projeto, as conexões entre os "neurônios" são flexíveis, não fixas como no modelo da IBM.
Mas ele diz que a inovação da equipe de Modha é importante por sua capacidade de ampliação.
- É mais um passo em um programa de pesquisa que, suspeito, nem eles sabem onde vai chegar.
Pesquisadores criam supercomputador do tamanho de selo postal
Uma equipe de cientistas criou um chip que reproduz a estrutura organizacional do cérebro e seria capaz de alimentar um supercomputador utilizando um mínimo de energia. O processador é formado por um milhão de unidades computacionais batizadas de neurônios. Cada um deles se conecta a outros 256. No entanto, aplicações comerciais da inovação ainda devem levar anos, já que qualquer software para o novo sistema precisa ser escrito do zero.
Quarta, 13 de Agosto de 2014 às 06:45, por: CdB
- Isso não leva a melhoras de 10% a 15%. Estamos falando de ordens e mais ordens de magnitude.
Como demonstração do potencial do TrueNorth, a equipe de Modha o programou para realizar uma "jogada de efeito" visual.
Aplicações possíveis
Analisando em tempo real um vídeo filmado de uma torre na universidade norte-americana de Stanford, um único chip identificou quais pixels representavam pedestres, ciclistas, carros, ônibus e caminhões.
Este tipo de tarefa é um dos pontos fortes do cérebro e é um dos pontos em que computadores tradicionais encontram grandes dificuldades.
Por isso, entre as muitas aplicações que o novo chip permite estão óculos que podem ajudar deficientes visuais nas ruas ou robôs na cena de um desastre a se locomoverem.
Mas há quem acredite que as vantagens do novo chip talvez estejam sendo um pouco exageradas.
Para Steve Furber, um engenheiro de computação da universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, disse à BBC que o tempo vai dizer se a nova arquitetura terá a flexibilidade para ser usada para aplicações diferentes.
Furber, que atualmente trabalha em outro ambicioso projeto de simulação do cérebro chamado SpiNNaker.
No projeto, as conexões entre os "neurônios" são flexíveis, não fixas como no modelo da IBM.
Mas ele diz que a inovação da equipe de Modha é importante por sua capacidade de ampliação.
- É mais um passo em um programa de pesquisa que, suspeito, nem eles sabem onde vai chegar.