O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido Pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) fechou o mês de agosto com variação de 0,12%, um recuo na comparação com julho (0,21%). Os grupos habitação e vestuário foram os únicos com taxas negativas, -0,17% e -0,12% respectivamente.
Apesar de continuar em queda, o grupo vestuário dá sinais de aceleração, já que a baixa do mês anterior havia sido maior (-0,93%), enquanto habitação reverteu a alta de 0,06%, registrada em julho.O grupo alimentação que exerce forte influência na composição do índice, passou de um aumento de 0,37% para 0,46%. Transporte apresentou desaceleração, com alta de 0,15%, bem menor do que a verificada em julho, quando havia subido 0,42%. O mesmo aconteceu com saúde, com alta de 0,47% ante 0,83% em julho; despesas pessoais (0,16% ante 0,36%) e educação, que passou de 0,04% para 0,02%.
O IPC-Fipe é medido na cidade de São Paulo com base nos gastos de pessoas que ganham de dois a seis salários mínimos. O período de coleta vai do primeiro ao último dia de cada mês e a divulgação ocorre próximo ao dia 10 do mês subsequente. Semanalmente há divulgações prévias, chamadas quadrissemanais, que simplesmente comparam os preços das últimas quatro semanas apuradas, em relação às quatro semanas imediatamente anteriores.