Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Peritos vistoriam bueiro que explodiu em Copacabana

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli recolheram na manhã desta quarta-feira, amostras de material encontrado na caixa subterrânea da Light, onde um transformador explodiu na última sexta-feira, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Quarta, 06 de Abril de 2011 às 11:04, por: CdB
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Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli recolheram na manhã desta quarta-feira, amostras de material encontrado na caixa subterrânea da Light, onde um transformador explodiu na última sexta-feira, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e técnicos da Light acompanharam a vistoria. A fiscalização foi feita para identificar o tipo de combustível que é utilizado no transformador que explodiu, deixando cinco pessoas feridas. Segundo a polícia, as amostras recolhidas vão passar por uma análise e aguardará o laudo. O Secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, admitiu que foi um “desconforto” saber dos 130 pontos críticos da rede da Light através da mídia. Para evitar surpresas desagradáveis, a prefeitura criou uma comissão multidisciplinar para acompanhar as medidas a serem adotadas. A Light informou que "as 1.170 câmaras subterrâneas prioritárias - definidas após mapeamento e diagnótico em toda a rede - foram todas inspecionadas". Desse total, ainda segundo a concessionária, "1.040 já foram modernizadas", e "as 130 câmaras restantes estão sendo trabalhadas pelas equipes de manutenção da Light - o que não justifica, ao contrário do que tem sido noticiado, a afirmativa de que 'irão explodir'". Além da Light, as outras concessionárias que operam os serviços da cidade, como a CEG (gás), a Oi (telefonia), e a Cedae (água e esgoto), também terão que repassar à prefeitura um mapeamento do subsolo da cidade. A concessionária alega que "em nenhum sistema elétrico do mundo existe probabilidade de falha zero". – Não existem os chamados 'bueiros bomba' –, afirma a nota da Light. A concessionária disse ainda que "o ocorrido na última sexta-feira fez com que a empresa intensificasse os trabalhos da força-tarefa, no sentido de concluir com a maior brevidade possível a modernização de todas as câmaras remanescentes; sem preterir o atendimento aos demais serviços prestados na rede da empresa".
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