Percentual de famílias endividadas cai para 59,6% em abril
O percentual de famílias endividadas no país caiu de 60,3% em março para 59,6% em abril deste ano. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).
A proporção de famílias inadimplentes caiu de 23,5% em março para 23,2% em abril deste ano
Por Redação, com Agências de Notícias - de Brasília:
O percentual de famílias endividadas no país caiu de 60,3% em março para 59,6% em abril deste ano. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada, nesta quarta-feira, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual é também
inferior ao observado em abril de 2015, que ficou em 61,6%.
O tempo médio dos pagamentos em atraso fica em 61,8 dias, de acordo com dados da CNC
A proporção de famíliasinadimplentes, ou seja, com dívidas em atraso, caiu de 23,5% em março para 23,2% em abril deste ano. No entanto, esse indicador ainda está em patamar superior ao observado em abril de 2015 (19,7%).
O mesmo acontece com as famílias que não terão condições de pagar suas contas. O percentual recuou de março (8,3%) para abril (8,2%), mas manteve-se acima do patamar de abril de 2015 (6,9%).
O percentual de famílias que se consideram muito endividadas subiu de 12% em abril de 2015 para 14,5% em abril de 2016. A maior parte das dívidas é com cartões de crédito (77,9%). Em seguida, aparecem os carnês (15,4%), financiamentos de carro (11,9%) e créditos pessoais (10,5%). O tempo médio dos pagamentos em atraso fica em
61,8 dias.
Queda de inadimplência no Santander
A qualidade da carteira do Santander Brasil tende a ter pequena piora nos próximos trimestres, refletindo a recessão no país, que deve pressionar sobretudo a carteira de pessoa física, disse um executivo nesta quarta-feira.
- Não seria real não enxergar deterioração da carteira nos próximos meses - disse o diretor de relações com investidores do banco, Angel Santodomingo, em teleconferência com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre, divulgado mais cedo.
Segundo ele, essa tendência deve permanecer até que a economia mostre sinais de recuperação.
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