O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta terça-feira que aprovação da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) no Congresso Nacional, deve ser "difícil".
- Vamos ter de convencer os parlamentares -, afirmou o ministro ao chegar para a abertura da 10ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.
Na segunda-feira, o governo federal acertou com líderes dos partidos da base governista o envio ao Congresso, nos próximos dias, de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prorrogue até o final de 2011 a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e a Desvinculação das Receitas da União (DRU). As duas medidas terminam este ano e a idéia do governo é que a nova proposta seja votada até setembro.
A decisão foi tomada durante reunião do Conselho Político da qual participaram, além dos líderes partidários, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, da Educação, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia.
Sobre a CPMF, Paulo Bernardo disse que a proposta a ser enviada ao Congresso mantém os mesmos moldes em vigor: uma alíquota de 0,38% para qualquer movimentação financeira. O ministro não comentou sobre a prorrogação da DRU.
Paulo Bernardes diz que deve ser difícil aprovação da prorrogação da CPMF
Terça, 10 de Abril de 2007 às 13:14, por: CdB