Os metroviários de São Paulo ameaçam entrar em greve nesta segunda-feira, caso a diretoria do Metro-SP não se comprometa a fazer valer decisão do TRT-SP, em maio, que previa um reajuste salarial de 18,13%, relativo ao dissídio coletivo, para cerca de oito mil funcionários. Nesta segunda, a companhia entrou com um efeito suspensivo no TST contra o pagamento. A Metrô-SP alega que o reajuste concedido pelo TRT consumiria 81% da receita da empresa, tornando a administração inexeqüível. Os 19% restantes estariam comprometidos com custos com energia elétrica e manutenção de aparelhagem e vagões da empresa, que hoje gerencia 59 linhas em São Paulo e atende a 2,5 milhões de passageiros por dia. Segundo a empresa, a proposta feita pela diretoria do Metrô-SP de reajuste salarial de 8% e mais um abono de 8% foi rechaçada pelo sindicato dos metroviários.
Paulistanos podem ficar sem metrô nesta terça-feira
Segunda, 16 de Junho de 2003 às 17:33, por: CdB